quinta-feira, 25 de março de 2010

A visita a Aubeches

No dia 11 de Março fizemos uma visita a um sítio arqueológico.
Fomos lá com os Franceses, Ingleses e Holandeses.
Começamos por fazer atelies, havia legionários, esparteria, cestaria,
comida romana e pintura romana. Eu, o Zé e o Manel fizemos cozinha
romana e cozinhamos Picenum.
Picenum leva pão, leite, azeite, mel, frutos silvestres, farinha e sumo de maçã.
Eu e o Manel nem provamos mas o Zé provou e adorou.
Depois dos atelies acabarem fomos almoçar.
A seguir fizemos uma visita guiada, vimos uma casa construida pelos Galo-Romanos, outra pelos Romanos e também um templo Galo-Romano.

terça-feira, 23 de março de 2010

Eu e Amadeo


Era uma vez

Eu e Amadeo


Esta historia passa-se no tempo dos cavaleiros. É a historia de D. Caixote e o seu ajudante Gancho.

Certo dia, D. Caixote encontrou um manuscrito onde estava escrito que havia um tesouro escondido, também sabia onde estava escondido escondido porque o manuscrito continha um mapa, um mapa do tesouro!
D. Caixote não pensou duas vezes, foi logo chamar o seu ajudante Gancho.
Juntos foram à procura do tesouro.
Andaram, andaram, até que se fartaram.
- Lá ao fundo! - gritou Gancho - O moinho, ele está ali!
- Bem visto - disse D. Caixote - o mapa indica que o moinho está a meio caminho.
- Lalalalalalalalalalalalalalalalalal- cantarolaram D. Caixote e Gancho.
E continuaram a andar... andaram, andaram até que se fartaram.
- Chegámos ao moinho de água- grita D. Caixote.
- O mapa indica que o moinho de água tem o tesouro.
Encontraram o tesouro e ficaram ricos para sempre.

Eu e Amadeo


Um dia, eu e Amadeo fomos convidados pelo Rei da região dele (que era muito bondoso e simpático) para assistir a um torneio de cavalos.
Partimos de madrugada de Lisboa, chegámos lá à hora do almoço e fomos almoçar com o rei. Enquanto estávamos a almoçar, fomos atacados pelos castelhanos que viviam no outro lado do rio. Então eu e Amadeo mascarámo-nos de guardas. Eu e Amadeo estávamos com tanto medo que começámos a atirar lanças por todo o lado. E eles com tanto medo foram embora assustados.

O Rei, tão agradecido que estava disse-nos:

-Muito obrigado pela vossa ajuda.

-De nada - exclamámos em coro.

-Amadeo,tão corajoso e bondoso que foste... Vou deixar-te pintar o acontecimento

E assim foi! Amadeo pintou o ataque dos inimigos .




Eu e Amadeo


Era uma vez, dois marinheiros que estavam num barco de três pessoas.
As ondas batiam com muita força.
Isto passava-se no século XX, em 1938.
As pessoas faziam a pesca, não por prazer, mas para terem algo para comer. Eram pescadores, de força de vontade.
Os pescadores faziam a pesca pelo menos quatro vezes por semana, até porque era um país muito pobre.
De cada vez que íam pescar, eles só apanhavam 6 ou 7 peixes, às vezes nem isso...
Às vezes até havia tsunamis... e morriam muitas pessoas, e as famílias ficavam muito tristes.
Afinal de conta, as pessoas não tinham culpa nenhuma.

Conto fantástico

Nesta história eu estava a passear no museu Amadeu de Sousa Cardoso quando vi um quadro sobre barcos que não parava de dizer-me para que lhe tocasse .
Por isso, segui as instruções que o quadro me dava e toquei no quadro!
Entrei num túnel de todas as cores e comecei a ficar enjoado.
Quando voltei a mim, pensei e gritei:
-Incrível, estava num quadro de Amadeu de Sousa Cardoso
E conseguia ver caravelas e pirogas.

Conto Fantástico: Eu e Amadeo


Era uma vez, numa aldeia há quase 1000 anos. Numa escola onde um professor ia contar uma lenda chamada "O caçador da floresta".

Ele começou:
-Há muito tempo, a nossa aldeia tinha uma floresta mesmo ao lado. Lá na aldeia viviam muitos caçadores que, ao entrar na floresta, nunca mais saíam.

Mas, um dia um caçador chamado Ajugba, que era muito novo e sem técnica e experiência, entrou na floresta e encontrou os outros caçadores que lá tinham ido e vivido imenso tempo. Então voltou para a aldeia a correr:

-Eles estão vivos!-gritou Ajugba.

-Eles quem?!-perguntou uma vizinha.

-Os caçadores estão na floresta, eu vi-os- respondeu.

Desconfiada,a população toda foi à floresta até as casas dos caçadores, onde começaram a morar.

Os anos passaram e Ajugba tornou-se o único caçador da aldeia .

De repente, a aldeia foi atacada por imensos animais. Ajugba arriscou a sua vida a lutar.
Felizmente ganhou e o povo tratou Ajugba como um deus.

Eu e Amadeo



Amadeo e eu estávamos em África a visitar uma tribo chamada Obi.

O chefe dar as boas vindas porque ele e o Amadeo eram grandes amigas e o chefe ofereceu-se para dar uma visita guiada.Fomos visitar grutas,montanhas e cascatas.
Ao jantar o chefe queria falar comigo e com o Amadeo.Tinha uma missão para nós.Ele disse com uma cara furiosa:
-A vossa missão é matar a cobra nike é a maior cobra desta zona!E ela está a atorrisserar esta tribo á 5 anos muita gente tentou matá la mas não sobreviveram.É por isso que quero que acabem com ela.São capazes?
-Sim.Exclamou Amadeo.
-Ainda bem vão demorar 5 dias para chegar ao sítio onde ela vive.Arfimou o chefe.
-Quando é que partimos?perguntei.
Na manhã seguinte lá fomos nós.Cinco dias a subir e a descer montanhas.Até que finalmente chegamos ao esconderijo da cobra.De repente a cobra aparece e o Amadeo ficou tão
assustado que cortou-lhe logo a cabeça.
E logo seguir fomos embora a correr.Quando chegamos a tribo ficou tão agradecida que deixou o Amadeo fazer o busto do chefe da tribo.

Eu e Amadeu



Esta História começa numa aldeia muito pobre.



O chefe da aldeia era muito mau e egoísta, na cidade as pessoas estavam muitas vezes doentes, mal dispostas ás vezes até morriam porque o chefe da aldeia queria tudo para ele: remédios, comida, água e quem tivesse outras ideias faziam-lhe cortar a cabeça.

Um dia pela primeira vez na aldeia, a aldeia estava calma, mas de repente o grande Dragão do Diabo apareceu e destruiu a aldeia toda, quando acabou virou-se para o castelo e pegou na filha do chefe e foi a voar para muito, muito longe. O chefe muito triste organizou um gigante torneio de cavaleiros, porque o vencedor iria salvar a princesa e se conseguisse poderia casar com ela.

No dia do torneio vieram os melhores cavaleiros de cada: pais, cidade, aldeia e ilha.

Logo o torneio começava e já havia milhões e milhões de gritos, aplausos, ...

O vencedor foi um senhor chamado Quixote. Quixote quando ganhou, perguntou logo:


-Oh! Grande chefe, se eu for salvar a sua filha, promete nunca mais ser egoísta e muito mau?


-Claro que sim, mas se faz favor salva a minha filha. Deixo-te até escolher um companheiro.


Lá escolheu o companheiro e ambos foram para o esconderijo do Dragão do Diabo.


A primeira etapa era atravessar um vulcão num monociclo.

O Quixote atravessou aquilo sem problemas, mas quando era a vez do assistente ele teve muitos problemas. Quando o Quixote viu aquilo ficou aflito, mas como ele é esperto, começou a encorajá-lo.

A segunda etapa era atravessar uma floresta assombrada.

O assistente ficou com muito medo com os lobos, os crocodilos, os morcegos, etc., como tinha medo fugiu aos berros.

D. Quixote (muito corajoso) avançou passo a passo. Depois de três horas de caminhada encontrou um lago de crocodilos, ele mergulhou e nadou como uma flecha até ao outro lado; quando chegou ao outro lado encontrou uma fadinha, a fadinha muito confusa perguntou:

-Estás à procura de alguma coisa?

-Sim, estou à procura do refúgio do Dragão do Diabo, sabes onde é? - perguntou D. Quixote.

-Claro que sim, queres que eu te leve?

-Sim, adoraria, estou a ficar cansado - disse Quixote.

-Vamos! Do que é que estamos à espera?

A fadinha disse umas palavras mágicas e D. Quixote apareceu à frente do refúgio do Dragão.

Mal entrou o Dragão atacou-o, mas em dois ou três tempos D. Quixote domesticou-o.

Quando D. Quixote voltou com a filha do chefe casou com ela, tiveram muitos filhos e vivera felizes para sempre.

Eu e Amadeo na selva



Eu e Amadeo na selvaEu estava na floresta á procura do meu companheiro Amadeo de Souza-Cardoso, tinha-se perdido de mim numa curva, havia montes de animais por exemplo 2 cavalos, 1 elefante, 1 macaco, 1 lagarto e 1 pássaro.
De repente viu debaixo de uma árvore, estava mesmo cansado de me procurar, quando de repente ouvimos o som dum tiro.
Corremos até vermos no chão um cavalo a deitar sangue, ajudamo-lo mas era demasiado tarde ele de repente morreu.
-Quem terá feito isto? – Perguntou o Amadeo
-Eu não sei mas vamos descobrir. – Disse eu
Nessa altura ouvimos outro tiro, corremos ainda mais depressa mas quando chegamos só vimos alguém a fugir e um macaco ferido por causa de uma bala.
-É aquele tipo que está a dar tiros nos animais. – Disse eu
-Mas quem será aquele tipo? - Perguntou o Amadeo
E outra vez ouvimos um tiro, desta vez fomos tão depressa que vimos o tipo que andava a matar animais, era um caçador.
-Ei tu caçador para de matar animais! - Gritámos
-Nunca! – Disse o caçador
Tarde de mais eu e o Amadeo agarramos o caçador e fomos á prisão onde o caçador ficou dois anos.
Eu e o Amadeo fomos para casa felizes por termos feito duas coisas boas: salvamos animais e prendemos o caçador.

Eu e Amadeo souza cardoso




Eu Amadeo Souza Cardoso vou-vos contar uma historia verdadeira.
Eu estava assistir a uma guerra para conquistar o castelo D . Quixote, onde vários guerreiros tinham morrido. Eu Amadeo Souza Cardoso encontrei o meu primo Manel Antunes que era um grande apreciador de guerras, e por isso ele competiu numa guerra com outras pessoas que se chamavam maozinhas e sem dentes. Ele ganhou e exclamou:
-Eu sou o maior mas já não volto mais as guerras!
Mas eu disse:
-Não o faças tu és um grande apreciador de guerras não vale a pena desistires!
E foi nesse dia que pintei um quadro de um castelo e três homens a lutar para agradar ao meu primo Manel porque ele merecia lembrar-se da sua guerra
Normalmente as pessoas por dentro são boas e por fora fingem que são mas

Eu e Amadeo


Era uma vez uma árvore.
Foram vindo mais árvores diferentes e formou-se um bando de árvores .
E depois chamaram floresta mas eles disseram.
-Falta uma coisa .
Amadeo de Souza Cardoso apareceu com fumo a volta e disse com uma voz estranha:
-Faltam animais para ficar com mais animação !!!
Quando viram os animais disseram maravilhados
-É magnifico!!!
Os animais a correrem, homens a verem, era tão bonito ficaram tão contentes, como tinha plantas verdes,amarelas,azuis,cor-de-laranja e outras cores tinham sementes que deixaram cair.E ficou enorme era tão grande mas tão grande se tu entrasses ficavas preso de tão grande que era .Eles adoraram aquilo.
Viram que os leopardo,

A princesa


Era uma vez, uma princesa.Ela vivia feliz.Até que,quando estava a passear,foi raptada pelo cavaleiro negro.
Como ela era bela muitos cavaleiros a procuraram,mas só três encontraram o bom caminho.
Todos diziam que ela ia casar com ele,porque eram todos musculados , inteligentes,e corajosos.
Mas quando chegaram uma tropa de esqueletos zombies esperava-os.Um escondeu-se, um lutou e o ultimo tentou subir a muralha do castelo.
O cavaleiro não conseguiu, então foi esconder-se com o outro porque o ultimo morreu.
Os zombeis eram estúpidos como uma porta, por isso entraram e deixaram a porta do castelo aberta, os cavaleiros entraram.
Subiram para a tore onde iam matar a princesa.Mas estavam a ser seguidos por 1000000000000000000000000000000 zombies.
Quando chegaram viram o cavaleiro negro, que mandou um leão zombie gigante atacar os cavaleiros.Eles lutaram usando móveis .Mataram o leão e veio um dragão zombei gigante e invencível.Matou um dos dois e o outro teve uma ideia. Atirou o cavaleiro negro pela janela.
O cavaleiro negro voava.Então o cavaleiro atirou uma cadeira e o cavaleiro negro morreu,e os seus zombies todos também.O cavaleiro salvou a bonita princesa,casaram e viveram felizes para sempre.
Não sabiam ,que de longe, Amadeo tinha pintado tudo.
E Paulo escrito tudo.

Eu e Amadeo

Uma paisagem não pode ter barulho. Tem que ser silenciosa, calma. Nesta paisagem está tudo calmo. Há três casas que parecem de uma aldeia, muitas árvores duas pontes, muitas plantas, dois montes (um com um castelo no topo) e um gato "escondido" debaixo da ponte preta. Parece um dia de Sol, um dia tranquilo.
Houve uma coisa muito misteriosa, uma coisa muito gelatinosa que entrou na aldeia..., bem, é melhor contar.
Era um dia calmo, só o rio é que fazia barulho.
Uma sombra pequena estava atrás da ponte preta. Pôs a ponte "de pernas para o ar", saltando em cima dela como um trampolim, e quando desceu do ar, foi a rebolar como se fosse num escorrega, até às três casas da aldeia.
Haaaaa, ainda não disse o que era essa criatura.
Era uma criatura cheia de suor, pelo branco e coberta de uma coisa gelatinosa, da ponta da cauda redonda e pequena, até à ponta das orelhas compridas.
-Que fofa coelhinha! Coitada, está cheia de gelatina! Quem é que te tentou apanhar?-todas as pessoas as pessoas da aldeia tinham pena daquela criatura, ou seja, um coelhinho.
-Vamos ficar com ele, mãe, por favor...?-disse uma menina da aldeia.
-Está bem, mas toma bem conta dele!
-Miauuuuuu!!!!!!-miou o gato que andava atrás do coelho.
-Aliás, vou adotar o gato, também-afirmou uma senhora com um sorriso muito feliz.
Esta historia teve um fim muito feliz.
No Futuro se calhar este quadro de a "paisagem" vai ser exposto num museu e, de noite o quadro pode ficar vivo, o gato ainda continuar a correr atrás do coelho, e as donas atrás do gato e depois tudo sai do quadro!
Carmo

Eu e Amadeo


O caçador entrou na selva e viu imensos animais. "Se aqui entrei, daqui tenho de sair" pensava ele. Ia pensando e pensando quando, os seus pensamentos foram atravessados por sons de animais:
-Roaaar, tuuum, uh uh.
Ele enervado gritou:
-Basta! Calem-se!
Mas eles continuaram:
-Roaaar, tuuum, uh uh.
A determinada altura ele fartou-se. Queria sair daquele sítio de loucos mas cada vez apareciam mais animais:
- Roaaar, tuuum, uh uh, roaaar, tuuum, uh uh.
Então, ele calou-se. E todos os animais se calaram. Ele tornou a falar e todos os animais se puseram a fazer barulho. Agora ele lembrava-se que uns amigos lhe tinham dito que aquela era a zona mais louca da selva. Ou seja, para quem não gosta de barulho aquele local não era o mais indicado. Coitado do caçador que tinha de aguentar aquilo, mesmo que não quisesse. Acalmou-se um bocado e perguntou a uma planta:
- Onde é a saída daquí?
- Hic - respondeu a planta cuspindo uma formiga - eu não sei.
- Então o que é que eu faço?
- Eu nunca saí daquí. Eu não sou um ser humano como tu. Sou uma planta carnívora! Hi, hi, hi.
Continuou pensar, a pensar, para encontrar uma solução. E lembrou-se que o ser humano era um primata tal como o macaco. Foi ter com um e perguntou-lhe:
- Onde é a saí...
Não conseguiu terminar a frase porque o macaco o interrompeu:
- Uh, uh, ah, ah.
- Onde?
- Uh, uh, ah, ah, uh, uh.
E apontou para a saída. Foi assim que o caçador conseguiu sair daquela zona da selva.

Eu e Amadeo


Era uma vez uma aldeia muito pobre.


Um dia, alguém propôs que duas pessoas fossem fora da aldeia procurar dinheiro. Dom Quixote e Sancho Pança quiseram e foram aceites para partir.


Durante a viagem D. Quixote avistou uns gigantes, mas na verdade eram moinhos. e disse:
-Ao ataque!-e foi a correr contra os moinhos. Quando viu a porta do moinho, pensou que era um buraco que o gigante tinha na barriga, então foi lá para dentro pensando que ia vencer o gigante de lá de dentro.
Mas Sancho, quando o viu entrar foi a correr atrás dele, mas bateu contra uma das velas do moinho, e conseguio ver D. Quixote a abanar a sua espada para todos os lados. mas ele ficou estendido no chão com o seu burro. Dom Quixote, ao sair do moinho todo cansado de estar a lutar contra o gigante, bateu contra uma das velas do moinho, como a Sancho Pança, e caiu no chão todo magoado e cansado.
Quando Sancho Pança acordou, aproximou-se da porta, onde estava D. Quixote, e logo a seguir, D. Quixote acordou e disse ao Sancho Pança:
-Cuidado! Sai daqui. Vais quase entrar dentro da barriga do gigante, e é muito perigoso!-Sancho Pança exclamou:
- Isto não é um gigante, é um simples moinho feito por Amadeo de Souza Cardoso, e não é preciso ter nada contra ele!-Dom Quixote ao ouvir esta frase disse:
- Agora compreendo porque estes gigantes têm a cabeça rectangular. Porque são moinhos. E ainda por cima têm quatro braços.

eu e amadeo


Era uma vez um caçador que era um cowboy muito, mesmo muito mau, que apanhava os animais e a seguir hipnotizava-os, mas quando já não serviam de nada , matava-os.Ele capturava os elefantes, iguanas,pássaros e zebras...


Os polícias , o batman , o superman e o spiderman tentavam-o apanhar , mas quando chegavam lá, já só estavam as mensagens dele.


Uma vez eles chegaram e o cowboy ainda lá estava, mas com o tesouro na mão,então tentaram-o apanhar, só que ele lançou,lançou e lançou bombas , portanto , caíram e ele fugiu para o seu esconderijo. O seu esconderijo estava cheio de jóias , diamantes , cristais , ouro e tesouros...


No próximo assalto ele roubou a estátua de Malalang, mas quem o foi apanhar foi o Homem das trevas que era eu estava com o Amadeo e eu disse:

-Rende-te ou torturamos-te.

Mas ele ignorou o que eu disse e começou a disparar tiros contra nós, mas não fazia nada,depois começou a correr e entretanto o Amadeo deitou tinta para o chão então ele escorregou, só que continuou rapidamente , depois eu lancei uma bola de trevas e fez uma explosão portanto, ficou paralisado , depois o Amadeo deitou tinta verde e ele rendeu-se porque era do Benfica.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Eu e Amadeo


Eu e Amadeo , não nos dávamos muito bem .
Não tenhamos as mesmos pensamentos de pintura .
Um dia fomos à selva Amazónica onde havia muitos animais para fazer um quadro.
Mas, não vimos nenhuns animais. Fomos procurando e continuamos sem ver nada até que por fim, nós lá encontrámos alguns animais presos por um homem meio mexicano.
Então, eu e o Amadeo fomos falar com o homem e ele disse:
- Vão-se embora, deixem-me em paz.
- Porque estão estes animais presos? - perguntei eu .
- Estes animais, estão sempre a chatear-me. - disse o mexicano.
- Estes animais merecem viver em paz. - respondeu o Amadeo.
- Mas também podem servir de modelos para fazer pintura. - respondi eu.
Então o mexicano disse que se o Amadeo fizesse uma pintura dele com os animais, ele os libertava. E assim Amadeo vez um quadro com Mexicano e os animais.

Eu e Amadeo Conto Fantástico


Era uma vez um país chamado Obras de Amadeo de Souza-Cardoso, que se situava no Mundo da Arte. Esse país era governado por um rei (Amadeo de Souza-Cardoso) tão poderoso, mas tão poderoso que apenas em trinta anos de vida pintou montes e montes de maravilhosos quadros. Aquele país era invencível.
Até que um dia Amadeo decidiu invadir o país vizinho. Apesar de ser um país muito poderoso, cheio de grandes pintores, Amadeo quis invadi-lo.
Por falar em país vizinho de Obras de Amadeo de Souza-Cardoso, há uma coisa que eu nunca percebi bem. Porque é que aquele país se chama Pintores Mortos? Nem todos os pintores que lá vivem estão mortos. No nosso país também há pintores mortos, tais como Amadeo. Se calhar é porque os pintores mortos são mais poderosos. Não sei. Mas isso agora não interessa. Continuando. Amadeo queria invadir Pintores Mortos. Até tinha um plano, um plano invencível.
Chegaram a Pintores Mortos. Conversaram. Viram se todos tinham percebido o plano e se estavam preparados.
- Ao ataque! -gritou Amadeo.
E lá foram eles com o seu plano infalível. Primeiro, apagaram o castelo e voltaram a desenhá-lo, mas desta vez cheio de ondas. Depois, espetaram umas setas com tinta preta nos cavalos, caíram logo no chão. Só faltava os pintores. Mas isso era fácil. Era só olhar para o castelo deles, com aquelas curvas e altos tão redondos, que desmaiavam logo.
Tinham ganho a guerra.
- Somos pintores livres! -disseram em coro os pintores.- Podemos pintar de todas as maneiras que quisermos! Yeh!

domingo, 21 de março de 2010

O computador

Era uma vez um computador que gostava muito de falar com o seu dono.
O dono chamavas-se Bernardo e o computador Rodrigo,Bernardo era cientista maluco e Rodrigo o computador maluco que conseguia fazer tudo na Internet por super sites de informação tudo ate mesmo entrar em todas a contas de e-mail do mundo,e Bernardo era igual mas na realidade construía tudo.
Certo dia Rodrigo e Bernardo estavam a conversar e tiveram a ideia de inventar uma maquina que transformas-se agua em comida.Trabalharam sem parar 4 meses para a maquina estar pronta ,no dia seguinte Bernardo ligava a todos os repórteres de televisão para virem assistir e Rodrigo fazia o mesmo mas ele mandou um e-mail ao recorde do guines para ver.
No dia Bernardo e Rodrigo estavam escitadissimos,na hora de fazerem a experiência para o(a)s repórteres mas depois tomaram um calmante cada um e ficaram calmos.A experiencia correu excelentemente.
O telejornal foi so sobre eles ,para comemorar Rdrigo encomendou 2 pizas deliciosas .
Rodrigo e Bernardo viveram com muito dinheiro graças ao record do guines que deu um valor incalculavel de euros.Fim.