Mostrar mensagens com a etiqueta Conto fantástico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conto fantástico. Mostrar todas as mensagens

domingo, 3 de abril de 2011

Conto Fantástico

Era uma vez um marinheiro que vivia no porto de Veracruz, no México, com a sua família. O seu nome era Javier Montana. Tinha trinta e cinco anos, mas parecia mais novo. Era alto e magro. Tinha a cara redonda, a pele morena, o cabelo comprido e encaracolado e os olhos verdes. Vivia numa casa pequena e antiga, que tinha herdado dos seus pais, com a sua mulher Bárbara e os seus filhos Luís e Juanita, de nove e onze anos. Apesar de pequena, toda a família gostava da casa, porque, para eles, era confortável. Javier levava uma vida pobre, mas tinha um grande sonho: ir a Itália visitar Roma, a cidade onde tinha nascido. Os seus pais eram italianos e tinham emigrado para o México quando ele tinha apenas três anos. Javier nunca mais voltou ao seu país natal. Sabia que os seus familiares já tinham falecido, mas ele queria voltar lá na mesma. Um dia, depois de juntar algum dinheiro, Javier decidiu viajar sozinho para o seu país natal, a Itália. De manhã, embarcou num grande navio com destino a Roma . Quando já estava no Oceano Atlântico, o barco desviou-se da sua rota, devido a uma corrente muito forte que obrigou o navio a mudar de direção, para não correr o risco de se afundar. O capitão tranquilizou todos os passageiros dizendo que em breve chegariam a terra. Dois dias depois, quando chegaram a terra, estavam na África do Sul. À chegada do navio, estava o presidente da África do Sul, Nelson Mandela, com quem Javier falou e de quem ficou amigo.Nelson Mandela gostava muito de marinheiros e contou-lhe a história do seu marinheiro preferido, Bartolomeu Dias. Javier disse-lhe que queria ir a Itália. Nelson Mandela disse-lhe para ir ao Cairo no Egito ter com um amigo dele que era mercador e ia muitas vezes a Itália. Mandela emprestou-lhe um cavalo para Javier ir até lá. Quando chegou ao Egito, descansou um bocado e depois foi à procura do mercador. Quando o encontrou, Javier perguntou-lhe se o podia levar a Itália. O mercador disse que o levava se ele lhe desse uma peça de ouro para pagar a viagem. Javier foi às pirâmides de Gizé, Quefren, Miquerinos e Queops à procura de ouro. Na pirâmide de Queops, encontrou um homem muito rico e sábio. Javier contou-lhe que precisava de ouro. O sábio, como era muito bondoso, deu-lhe um prato em ouro que tinha pertencido a um faraó e era, por isso muito valioso. Antes de Javier se ir embora ele contou-lhe histórias de faraós que viveram no antigo Egito. Javier entregou o prato ao mercador para poder ir para Itália. O cavalo que lhe tinham dado também foi com ele no barco. Na viagem a Itália, não aconteceu nada de mal a Javier. Pelo caminho, o mercador foi-lhe contando histórias de piratas. Até que chegaram a Itália e o mercador levou-o até Roma. Ficou lá um mês, durante o qual visitou os principais monumentos. Também foi ao Vaticano rezar pela sua familia. Provou várias comidas típicas do seu país entre as quais esparguetei à bolonhesa, raviolis e lasanha. Depois, começou a sentir muitas saudades da sua família, montou no seu cavalo e cavalgou até Portugal,onde embarcou de novo para o México. Desta vez, a viagem correu sem incidentes. Quando chegou ao porto de Veracruz, no México, estava lá toda a sua família à espera. A sua mulher e os seus filhos abraçaram-se e fizeram-lhe muitas perguntas sobre a sua viajem. O marinheiro contou-lhes tudo o que lhes tinha acontecido e prometeu que da próxima vez os levava com ele. Entregou também as prendas que tinha comprado: para a sua mulher um lenço de seda, para a sua filha uma boneca tradicional italiana e para o seu filho um soldado romano feito de madeira. Em casa, a sua mulher preparou um grande jantar para toda a família: sopa de marisco, chili com carne e tacos de legumes. FIM!!!

sábado, 2 de abril de 2011

A viagem ao mundo do BUFI


A viagem pelo mundo do BUFI
Era uma vez, um cão chamado BUFI. Ele vivia na China (em Pequim). Era um cão muito, mas muito estranho:
Tinha uma cauda de dragão, sabia falar, cuspir fogo e tinha asas.
Todos as passagens de ano, ele passava-as com os amigos. Um dia, ouviu falar que o mundo era lindo, e decidiu partir em viagem por ele.
Quando pensou um pouco, lembrou-se que nunca tinha saído do seu país e por isso não sabia nada sobre o mundo. Foi a uma loja chamada conhessa o mundo, e viu um guia (livro) que falava sobre o mundo.
Então, o BUFI pegou no livro e foi fazer as malas para a sua longa viagem. À noite estava a folhear o livro quando... encontrou um sítio muito bonito, dentro do seu país, a Grande Muralha da China.
No dia seguinte o BUFI, como previsto foi visitar a Muralha da China.Quando ele chegou... fez uma escola de artes marciais com espadas ...achou muito estranho que ninguém estivesse lá, então continuou o seu caminho em direção á Índia.
No caminho, encontrou os famosos ”mongóis” (invasores da China) que desafiaram o BUFI para um duelo.
O BUFI, muito corajoso, aceitou o duelo, foi um combate terrível, mas o nosso herói conseguiu ganhar a batalha, graças às aulas onde aprendera artes marciais. Graças a elas conseguiu dar cabo deles e continuar o seu caminho.
Enquanto voava, viu no livro (na segunda página) a próxima etapa: Índia...
Na Índia foi recebido pelo grande sábio Gandhi. O Gandhi era o sábio mais conhecido da Índia, era também muito acolhedor.
O BUFI gostou muito de estar com ele, mas no dia seguinte ele perguntou a Gandhi qual era o caminho para o Taj Mahal.
Ele respondeu-lhe que o levaria lá. Quando lá chegaram o BUFI ficou encantado com o esplendor do monumento.
No fim da visita, Gandhi foi pedir um último favor:
— Podes ajudar-me a libertar a Índia, BUFI?
— Claro que sim, meu velho amigo!! - respondeu BUFI.
— Então ‘bora lá!! - entusiasmou-se Gandhi.
Depois de muitas lutas, a Índia tornou-se independente.
Gandhi, muito contente, agradeceu a ajuda ao seu cavaleiro especial (BUFI) que continuou a sua viagem.
O BUFI foi para o seu próximo destino, a Jordânia. Mas no caminho, por causa da humidade, ficou constipado e não conseguia mais voar (estava a voar por cima do mar), mas por sorte estava um navio a passar e apanhou-o.
O BUFI, como estava doente, pôde hospedar-se no navio gratuitamente.Quando ficou melhor , o comandante atirou-o porta fora quando chegaram à Jordânia.
BUFI não estava lá por acaso, queria ver as famosas Ruínas de Petra. Ele adorou-as, ficou tão espantado que até comprou pipocas.
Da Jordânia foi diretamente para a Itália visitar o famoso monumento chamado Coliseu que tinha sido um estádio de gladiadores na época da Roma antiga. Dali foi jantar na Torre de Pisa, o que foi bastante complicado por causa da inclinação dela.
A seguir, BUFI quis ver o grande carnaval do Rio de Janeiro, no Brasil. No fim do carnaval ele participou nos Jogos Olímpicos e ganhou uma medalha de ouro na natação e foi aplaudido por César Cielo (que é o atual campeão olímpico dos 50 e dos 100m nado livre)!! Aproveitou também para visitar a estátua do Cristo Redentor (Cristo Rei), que fica no alto de um monte chamado Corcovado.
Depois BUFI viajou para o Perú porque queria conhecer a cidade inca de Machu Pichu e conversar com XichiMuxaxô, que é um comerciante de ponchos e chapéus de pelo de lamas, um animal dos Andes.
A casa do XichiMuxaxô não era muito grande, mas estava-se muito bem nela porque:
Era confortável;
Quente;
E simpática!!
O nosso herói perguntou a XichiMuxaxô se ele o podia acompanhar para ver a cidade de Machu Pichu.
O XichiMuxaxô, respondeu que sim e foram ambos lá ter à cidade. Quando lá chegaram o XichiMuxaxô contou-lhe a estória da pessoa que mandou fazer a cidade de Machu Pichu:
—Era o imperador dos Incas, que quis fazer uma cidade no cimo das montanhas para se protegerem se fosse preciso de um ataque.
O BUFI muito interessado não viu o tempo passar, por isso teve que ficar na casa do XichiMuxaxô para dormir.
No dia seguinte, levantou-se cedo para escrever um bilhete para o XichiMuxaxô não se importar com ele por ter desaparecido. Quando acabou de escrever, e de pôr a carta em cima da mesa da sala, continuou a sua viagem, em direção ao México.
Quando chegou lá foi logo à pirâmide de Kukulcan, para ir logo depois para um restaorante, e foi isso o que ele fez.
Quando acabou de almossar foi para o gabinete da polícia para pedir a autorisação para voar até Pequim.
Depois de conceguir a aotorização foi e quando chegou ao destino foi para casa.
Só que houve um pequeno problema,(a China como sabem é muito poloida)e o nosso pequeno BUFI não conceguio encontrar o caminho para casa. Só que felizmente ele pode, com o seu olfacto

O aventurado James


O aventurado James

Olá, eu chamo-me James e vou contar-vos uma história que se passou em 2010. Eu era um menino rico e tinha o sonho de visitar Sydney.

Um dia fui para Bruxelas, a capital da Bélgica, onde apanhei um avião da Emirates, para Abu Dhabi, uma cidade gigante que ocupa mais de 70 por cento do país. Visitei imensas coisas incríveis, mas eu não podia faltar ao voo: tinha de ir a Sidney. Então peguei no meu bilhete e entrei no avião que era uma maravilha: tinha televisão e dois andares era de primeira classe.

Quando cheguei a Sydney fiquei espantado: tudo era maravilhoso! Fui a “Bondi Beach” umas mil vezes e até visitei a ópera de Sydney onde encontrei um mercador que vendia peixes e aquários. Com tanto dinheiro e tanto peixe aquele mercador era rico. Convidou-me a sua casa.

Ele adorava ler e até conhecia a lenda do “Manneken pis”. Eu, que era curioso, perguntei-lhe o que era e ele respondeu:

-É uma estátua feita de bronze que foi roubada uma vez e logo depois foi destruída. Também houve muitas tentativas de a roubar mas só uma é que resultou. Um ano depois do roubo, foi construída uma imitação que é essa que se vê agora .

-Mas porque é que toda a gente quer essa estátua?

-Porque é de bronze.

-Mas porque é que construíram a estátua?

-A lenda diz que “Manneken Pis” salvou a cidade de Bruxelas num incêndio quando fez chichi no fogo.

-Estranho! - comentei eu.

Dias passaram e eu sempre fazer surf. O mercador convidou-me se eu queria ficar, mas recusei o convite.

Depois de três dias parti para Dubay onde encontrei um banqueiro chamado Din Laden (e não Bin Laden).

Ele adorava castanhas por isso contou-me a história do São Martinho:

-Um dia um cavaleiro chamado Martinho encontrou um mendigo num dia frio e cortou a sua capa ao meio. Deu a metade ao mendigo e o sol apareceu.

No princípio fiquei confuso, mas no fim percebi.

O dia que gostei menos foi quando tive de subir a maior torre do mundo.

O banqueiro perguntou-me se eu queria ficar e eu disse que não.

Três dias depois fui para New York. Era uma cidade maravilhosa, evoluída e muito mais onde encontrei um Sábio. Esse “SmartBoy” era muito simpático ele sabia como escrever bem especialmente com as pontuações que é coisa que não consigo.

Dias passaram ele contou-me uma história chamada: capuchinho vermelho.

Era uma vez uma menina que estava a ir para a casa da sua avó com bolos quando um lobo que lhe perguntou:

-Onde vais?

-Para a casa da minha avó. - respondeu ela toda contente.

-Vai por ai. - disse ele -é mais rápido.

Então o capuchinho vermelho foi para o lado em que o lobo lhe aconselhou.

Depois de algum chegou a casa da avó e perguntou:

-Porquê que tens olhos tão grandes?

- Para te ver melhor.-respondeu.

-Porquê que tens um nariz tão






A aventura da Alex



Era uma vez uma rapariga chamada Alex. Tinha cabelo castanho, os olhos eram azuis era magra e alta. Ela já tinha 22 anos e queria ser fotografa profissional.
Até que um dia ela decidiu ir de viagem para a ilha da Páscoa. Ela sempre quis fotografar os moais e descobrir como foram lá parar. No dia 21 de maio, Alex começa a sua viagem.
Apanhou um avião bem cedo. De Lisboa para a ilha da Páscoa. A viagem demorou muito mas conseguiu chegar. Quando chegou foi pôr as suas coisas ao hotel. E foi logo de seguida ver e fotografar os moais. Depois de ter as suas fotografias perguntou a um homem sentado com mais dois homens ao lado de um moai.
-Desculpe, estou de visita na ilha sou fotógrafa já tirei algumas fotos mas também queria saber como é que vieram os moais parar aqui?
-Foram os marcianos.-respondeu o 1º homem.
-Não foram nada, foram os fantasmas dos arquitectos de tudo o mundo.-contrariou o 2º homem.
- Não! Foram os animais.-resmungou o 3º.
Dali começou uma grande discussão entre os três homens. Entretanto Alex foi-se embora dali. Tinha um avião para apanhar no dia seguinte.
Quinta de manhã Alex partiu para o Peru. Para fotografar as ruínas em Machu picchu. Para ela Machu picchu era lindo. Era magnífico aqueles labirintos. Era muito montanhoso e verde aquele sitio. Mas teve de continuar a sua viagem.
Domingo numa tarde de chuva Alex apanhou um avião para Portugal. A viagem foi perigoso houve uma tempestade por isso tiveram de aterrar nos Buenos Aires. Enquanto Alex esperava por outro avião um senhor reparou na máquina que tinha na mão e perguntou:
-És fotógrafa?
-Sim, sou.-respondeu ela.
-A sério, é que eu sou escultor e precisava de um fotógrafo para tirar alguns fotos para mandar às empresas se elas estiverem interessadas em vender.Por acaso não queres tirar algumas fotos das minhas escultoras?
-Sim, claro que sim.-respondeu Alex.
-Ótimo. Anda vamos para Brasília!É lá que fica a minha casa.-Exclamou o escultor.
E lá foram eles. Quando chegaram a Brasília Alex ficou espantada com tantas esculturas. Eles os dois foram á tarde visitar a cidade. Á noite Alex foi jantar com a família do escultor. A No jantar todos falavam de uma rapariga e de um cão a Alex curiosa perguntou:
-Que história é essa?
-Não é uma história, aconteceu mesmo. Era de noite a minha bisavó tinha ido passear o seu cão. Ela e o cão era almas gémeas adoravam-se um ao outro. Eles tinham ido para a floresta, já estava muito escuro não se via quase nada. Até que três lobos apareceram a tentar comer a minha bisavó. O cão queria proteger então posse á frente e os lobos começaram a lutar. Eles ficaram cansados e magoados foram se embora. O cão também já estava muito fraco e magoado até que morreu. A minha bisavó ficou tão triste que jurou nunca mais ter um cão.E assim foi.por isso esta família nunca vai ter um cão.
-Coitada da tua bisavó.- lamentou a Alex.
-Bem, agora falemos de outros assuntos porque é que não ficas cá em Brasília comigo.Tens jeito para a fotografia.-perguntou o escultor.
-Desculpa, mas não posso tenho de voltar para o meu país.-disse-lhe ela.
-Ok, sendo assim vou telefonar a uma amigo para em caso se ficares cansada teres um sítio para ficar-respondeu o escultor.
o dia seguinte apanhou um comboio para Alagoas no Brasil. Alex parou na casa do amigo do escultor. Ele tinha um empresa de tecnologia.Ela também tinha jantado com ele e com os seus amigos. Só falavam de tecnologia. Alex ficou espantada.
-Olha é melhor teres cuidado com a tecnologia se não fica viciada como o Leitor.-avisou o empresário.
-Quem é o Leitor?-perguntou Alex.
-Foi um rapaz que estava sempre, mas sempre a jogar computador e nunca parava.Jogava dia e noite ficou com coração bater muito depressa teve que ir ao hospital. Ele apanhou um grande susto quase ia morrendo. Desde daí nunca mais voltou a jogar computador.
-Foi o mesmo que aconteceu ao Jeitor.-comentou outro homem.
-Quem é o Jeitor?-perguntou a Alex.
-Foi outro rapaz que aconteceu o mesmo mas ele atirou todos os computadores para o lixo.
-Olha, estive a ver as tuas fotos tens jeito para a fotografia. Por que não ficas cá comigo e temos um negócio. Tu podes tirar fotos dos meus computadores para fazer publicidade.
-Desculpa, mas tenho família em Portugal tenho de voltar. Mas obrigada pela oferta.
-Ok, mas vou telefonar a um amigo que vive em São Luís em caso queiras parar por lá.-disse o homem.
-Obrigada.-agradeceu a Alex.
No dia seguinte ela tinha seguido viagem para São Luís num comboio.Quando chegou lá foi para casa do amigo do negociante. O amigo era um banqueiro. E tinha imenso dinheiro e era meio grego. Ele tinha três hotéis em três países diferentes. Ele tinha ido a muitos países. E tinha vivido muitas aventuras em vários países. Alex pediu para que ele contasse as suas aventuras e ele começou a contar. Mas a mais interessante foi quando ele tinha ido a uma floresta tropical com o seu amigo. E nessa floresta havia imensos animais principalmente rinocerontes. Havia um rinoceronte esfomeado que tentava comê-los. Eles correram e correram até que o amigo do banqueiro ficou casando e o rinoceronte comeu-o. O banqueiro continuo a correr assustado.
-Alex, fica comigo és boa na fotografia e preciso de alguém para me fotografar.-perguntou o banqueiro. Alex riu-se e respondeu:
-Obrigada pela oferta mas tenho de regressar para o meu país.
No dia seguinte lá foi ela de comboio para Belém no Brasil apanhar o avião para Portugal. Mas quando chegou lá ficou doente com tosse porque o ar condicionado do comboio estava muito forte. Ela ficou num café de uma amiga dos pais dela. O café por dentro tinha o balcão os sofás e mesas. Depois ela melhorou e voltou para Portugal de avião. E assim aconteceu a aventura da Alex.
FIM!!!!!!

A viagem de Zongar

Era uma vez um menino chamado Zongar, nasceu em 1964, a rua dele era estreita, onde ele vivia fazia muito frio. Zongar era magro, cabelos pretos, alto e olhos azuis esverdeados.
Num dia, sexta-feira 13 de Agosto de 1974 às 16:20, uma nuvem enorme cinzenta começou a rebentar com raios roxos fluorescentes. A maioria das pessoas ficaram animais e Zongar, ficou um leopardo.
No dia 27 de Setembro de 1974, dia dos anos da sua mãe, ele disse :
- A minha prenda para ti é eu ir a Espanha e trazer o pó mágico. Ir a Espanha é o meu sonho. Parto amanhã e chego a 27 de Setembro 1975.
- Então vai! Disse a sua mãe.
Zongar ficou horas e horas a correr. Quando olhou à sua volta estava na Holanda e viu uma fêmea hipopótamo na praia. Ela chamou-o e disse:
-Fica uns dias aqui e eu conto-te uma historia.
-Está bem fico aqui uns dias. -disse Zongar.
-Eu sou uma mulher muito famosa mas depois a nuvem estragou a minha reputação. -queixou-se o hipopótamo .
No dia seguinte hipopótamo disse que ia contar a história de um homem muito rico.
Começa a HISTORIA DO HOMEM RICO
Era uma vez um homem muito rico gastava o dinheiro sem mais nem menos. E quando ele ganhava o seu salário ele tinha de gastar, porque depois ele fica desesperado. Então ele encontrou uma pessoa que era pobre. Mas ele não gostava de dar dinheiro aos pobres. Uma pessoa perguntou.
-Sou teu vizinho és rico porque não dás dinheiro ao pobre?
Ele respondeu com uma voz grossa.
-Detesto dar dinheiro aos pobres.
Quando chegou a casa ouviu duas vozes diferentes uma grave e uma fina.
Ficou com medo e apanho a cruz com Jesus.
A voz grave disse.
-A cruz não me faz medo.
A voz fina disse.
-Se deres metade do teu salário aos pobres, nós deixamos-te em paz e se não deres vai-te acontecer uma má sorte.No dia seguinte viu duas pessoas com vozes idênticas àquelas que ouviu no dia anterior. A partir daí ele foi ter com eles e deu a metade do seu dinheiro.
FIM DA HISTÓRIA DO HOMEM RICO
Zongar visitou a Holanda e dirigiu-se até Espanha a 5 de Outubro de 1974 . Depois de correr tanto, beber tanta água caiu de cansaço. Quando abriu os olhos estava em frente da libelinha com o pó e disse :

-Tu, menino, não levas o pó mágico sem mais nem menos. Eu conto-te uma historia e de troca dou-te o pó. Ficas também aqui uns dias.
-Esta bem, fico uns dias. -disse Zongar.
A história que a libelinha lhe conta é sobre um homem pobre.
Começo DA HISTÓRIA DO HOMEM POBRE
Era uma vez um homem muito, muito, muito pobre. Tão pobre que não tinha direito para comer uma comida saudável. Um dia encontrou um homem rico mas ele detestava dar dinheiro aos pobres. No dia seguinte o rico foi com uma cara de caso e deu metade do seu dinheiro. Mas ele não percebeu porquê. E ele foi para casa dele e ouviu duas vozes a perguntar-se ele deu metade do dinheiro. Ele entrou para dentro de casa do rico e disse:
-Se eles não te tinham te dito isso não me tinhas dado o dinheiro.
E saiu com o dinheiro e disse:
-Ai de ti se não me deres o dinheiro no próximo mês.
E assim ele todos os meses o rico deu dinheiro au pobre.
FIM DA HISTORIA DO HOMEM POBRE
Depois ela deu o pó mágico a Zogar, e dirigiu-se a França. Em França estava muito frio e ficou constipado estava: com febre, dores de cabeça, a deitar renho do nariz e cansado. ficou, duas semanas doente. Em quanto estava doente viu um lobo. E pediu se podia lhe contar uma história. E Zongar disse que sim. Era uma história de um homem que não gostava de animais.
Começa DA HISTÓRIA DO HOMEM QUE NÃO GOSTA DE ANIMAIS
Era uma vez um homem que não gostava de animais. O homem vivia numa rua onde avia muitos animais. Ele não tinha dinheiro que quase para mudar de casa. O seu trabalho era muito chato para ele. Então mudou de empresa. O trabalho dele era 3 (três) fazer sacrifícios. Um sacrifício que ele devia fazer era ter uma mulher que gostava de animais. O outro ter um animal e por fim mudar o seu ‘‘ADN’’ de humano para animal. Depois de algum tempo ele gostou dos animais.
FIM DA HISTÓRIA DO HOMEM QUE NÃO GOSTA DE ANIMAIS
Quando estava curado continuou era, 26 de Setembro de 1975. Estava correr o mais rápido possível era, 27 de Setembro de 1975 viu as luzes a apagarem e velas a mexerem-se. estava à frente da porta e chegou a tempo e todos ficaram normal.

FIM

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A aventura da Alex


Era uma vez uma rapariga chamada Alex. Tinha cabelo castanho, os olhos eram azuis era magra e alta. Ela já tinha 22 anos e queria ser fotografa profissional.

Até que um dia ela decidiu ir de viagem para a ilha da Páscoa. Ela sempre quis fotografar os moais e descobrir como foram lá parar. No dia 21 de maio, Alex começa a sua viagem.

Apanhou um avião bem cedo. De Lisboa para a ilha da Páscoa. A viagem demorou muito mas conseguiu chegar. Quando chegou foi pôr as suas coisas ao hotel. E foi logo de seguida ver e fotografar os moais. Depois de ter as suas fotografias perguntou a um homem sentado com mais dois homens ao lado de um moai.

-Desculpe, estou de visita na ilha sou fotógrafa já tirei algumas fotos mas também queria saber como é que vieram os moais parar aqui?

-Foram os marcianos.-respondeu o 1º homem.

-Não foram nada, foram os fantasmas dos arquitectos de tudo o mundo.-contrariou o 2º homem.

- Não! Foram os animais.-resmungou o 3º.

Dali começou uma grande discussão entre os três homens. Entretanto Alex foi-se embora dali. Tinha um avião para apanhar no dia seguinte.

Quinta de manhã Alex partiu para o Peru. Para fotografar as ruínas em Machu picchu. Para ela Machu picchu era lindo. Era magnífico aqueles labirintos. Era muito montanhoso e verde aquele sitio. Mas teve de continuar a sua viagem.

Domingo numa tarde de chuva Alex apanhou um avião para Portugal. A viagem foi perigoso houve uma tempestade por isso tiveram de aterrar nos Buenos Aires. Enquanto Alex esperava por outro avião um senhor reparou na máquina que tinha na mão e perguntou:

-És fotógrafa?

-Sim, sou.-respondeu ela.

-A sério, é que eu sou escultor e precisava de um fotógrafo para tirar alguns fotos para mandar às empresas se elas estiverem interessadas em vender.Por acaso não queres tirar algumas fotos das minhas escultoras?

-Sim, claro que sim.-respondeu Alex.

-Ótimo. Anda vamos para Brasília!É lá que fica a minha casa.-Exclamou o escultor.

E lá foram eles. Quando chegaram a Brasília Alex ficou espantada com tantas esculturas. Eles os dois foram á tarde visitar a cidade. Á noite Alex foi jantar com a família do escultor. A No jantar todos falavam de uma rapariga e de um cão a Alex curiosa perguntou:

-Que história é essa?

-Não é uma história, aconteceu mesmo. Era de noite a minha bisavó tinha ido passear o seu cão. Ela e o cão era almas gémeas adoravam-se um ao outro. Eles tinham ido para a floresta, já estava muito escuro não se via quase nada. Até que três lobos apareceram a tentar comer a minha bisavó. O cão queria proteger então posse á frente e os lobos começaram a lutar. Eles ficaram cansados e magoados foram se embora. O cão também já estava muito fraco e magoado até que morreu. A minha bisavó ficou tão triste que jurou nunca mais ter um cão.E assim foi.por isso esta família nunca vai ter um cão.

-Coitada da tua bisavó.- lamentou a Alex.

-Bem, agora falemos de outros assuntos porque é que não ficas cá em Brasília comigo.Tens jeito para a fotografia.-perguntou o escultor.

-Desculpa, mas não posso tenho de voltar para o meu país.-disse-lhe ela.

-Ok, sendo assim vou telefonar a uma amigo para em caso se ficares cansada teres um sítio para ficar-respondeu o escultor.

o dia seguinte apanhou um comboio para Alagoas no Brasil. Alex parou na casa do amigo do escultor. Ele tinha um empresa de tecnologia.Ela também tinha jantado com ele e com os seus amigos. Só falavam de tecnologia. Alex ficou espantada.

-Olha é melhor teres cuidado com a tecnologia se não fica viciada como o Leitor.-avisou o empresário.

-Quem é o Leitor?-perguntou Alex.

-Foi um rapaz que estava sempre, mas sempre a jogar computador e nunca parava.Jogava dia e noite ficou com coração bater muito depressa teve que ir ao hospital. Ele apanhou um grande susto quase ia morrendo. Desde daí nunca mais voltou a jogar computador.

-Foi o mesmo que aconteceu ao Jeitor.-comentou outro homem.

-Quem é o Jeitor?-perguntou a Alex.

-Foi outro rapaz que aconteceu o mesmo mas ele atirou todos os computadores para o lixo.

-Olha, estive a ver as tuas fotos tens jeito para a fotografia. Por que não ficas cá comigo e temos um negócio. Tu podes tirar fotos dos meus computadores para fazer publicidade.

-Desculpa, mas tenho família em Portugal tenho de voltar. Mas obrigada pela oferta.

-Ok, mas vou telefonar a um amigo que vive em São Luís em caso queiras parar por lá.-disse o homem.

-Obrigada.-agradeceu a Alex.

No dia seguinte ela tinha seguido viagem para São Luís num comboio.Quando chegou lá foi para casa do amigo do negociante. O amigo era um banqueiro. E tinha imenso dinheiro e era meio grego. Ele tinha três hotéis em três países diferentes. Ele tinha ido a muitos países. E tinha vivido muitas aventuras em vários países. Alex pediu para que ele contasse as suas aventuras e ele começou a contar. Mas a mais interessante foi quando ele tinha ido a uma floresta tropical com o seu amigo. E nessa floresta havia imensos animais principalmente rinocerontes. Havia um rinoceronte esfomeado que tentava comê-los. Eles correram e correram até que o amigo do banqueiro ficou casando e o rinoceronte comeu-o. O banqueiro continuo a correr assustado.

-Alex, fica comigo és boa na fotografia e preciso de alguém para me fotografar.-perguntou o banqueiro. Alex riu-se e respondeu:

-Obrigada pela oferta mas tenho de regressar para o meu país.

No dia seguinte lá foi ela de comboio para Belém no Brasil apanhar o avião para Portugal. Mas quando chegou lá ficou doente com tosse porque o ar condicionado do comboio estava muito forte. Ela ficou num café de uma amiga dos pais dela. O café por dentro tinha o balcão os sofás e mesas. Depois ela melhorou e voltou para Portugal de avião. E assim aconteceu a aventura da Alex.

FIM!!!!!!

A viagem de Ali


Ali era um viking que queria fazer uma viagem a uma tribo de trols decidiu ir. deu uma vista de olhos as suas armas pensando quais iria levar: a sua espada o seu arco e flechas e a sua moca

Ali partiu viagem no seu cavalo à procura da tribo dos pés tortos. Passou por Rasca onde encontrou um centauro a colher ervas. muito sábio que lhe disse onde ficava a tribo.

Encontrou-a.Era numa gruta muito pequena que era muito escura. Ali um trol que estava a por um osso de uma das vítimas dele no nariz .

Ali aproximou-se dele enquanto o trol se virava, ele escondeu-se atrás duma pedra e pegou em cinco flechas que foram assertar no peito do trol que se pós a gritar de dor.Deu uma forte pancada com a moca na pedra onde Ali estava escondido a moca acertou-lhe na perna que ficou ferida, e um bocado de pedra acertou-lhe no nariz que começou a sangrar. Ali saltou para a sua espada e lutou com ele e venceu-o Ali foi a rastejar até ao seu cavalo e montou nele .

Depois no caminho de volta tinha havido um tremor de terra. Ali teve de de ir pelo caminho mais comprido. Passou por Escrotica onde encontrou um comerciante de dragões que lhe deu uma cama para ele ficar de noite e tratar dele porque os picos da moca do trol tinham veneno.

Depois o comerciante deu lhe o Drake um dragão de 1m que o ia ajudar.

Ali chegou a Estrajia onde todos os aventureiros descansam encontrou la o vendedor de armas com quem logo fez grande amizade e que lhe contou que entre Estrajia e a sua tribo existia um ciclope monstruoso que ninguém conseguiu matar.

Quando Ali se foi embora o mercador deu lhe uma espada e se ele cria ficar em Estrajia , Ali não aceitou. Na luta com o ciclope Ali subiu para as costas De Drak e deu com a espada no olho e o monstro que morreu .

Ali votou para a sua tribo onde todos o esperavam .

Pouco depois os seus três grandes amigos que passaram a ser membros da tribo dele.

Certo dia os pés tortos entraram em guerra,decidiram combater na clareira da floresta onde eles costumam fazer o banquete de noite.

Durante a luta Ali, a sua tribo e os seus 3 amigos lutaram contra os Trols de combate com a ajuda de goblins doentes e gigantes lutavam com outras criaturas encantadas.

O comerciante de dragões tinha chamado os seus dragões mais ferozes para os ajudarem na luta, o mercador de armas tinha dado aos guerreiros as suas armas mais fortes e o centauro tinha chamado todos os seus amigos da floresta e conseguiram ganhar.

a aventura do Croki



A aventura do Crocki

Era uma vez no ano2515, um crocodilo com cérebro humano chamado CROCKI.O Crocki morava numa gruta velha e ficava quase sempre lá.A gruta era escura podre grande e o Crokci já se tinha perdido lá 3 vezes quando quando era criança.

Era simpático, bonito (para um crocodilo), nunca lhe apetecia cansar-se por que dizia:

-O que amanha podes fazer até depois de amanha pode esperar.

Também era verde (como um crocodilo normal).

Um dia, depois dos seus anos, decidiu:

-Eu vou viajar.Vou passar férias ao planeta CROCODILO-34.Mesmo se vivemos no planeta Z-74 e fica longe, eu vou!

E assim como o Crokci era teimoso ,no dia seguinte partiu.Entrou no fogetão de 4 andares e começou a viagem.Passou por 789 planetas e demorou 345 anos luz mas por fim chegou.Era lindo havia muitos crocodilos e muitos lagos.999 anos luz mais tarde lembrou-se de voltar a casa.Entrou no foguetão e começou a viagem.Mas 5 minutos mais tarde a nave avariou-se e parou no planeta LAMA-67.Enquanto esperou para arengarem a nave, conheceu,

um simpático porco rico que-se chamava BLING-BLING.Ele era grande forte e armadão. Ele convidou-o a casa.

Tinha uma casa grande luxuosa e 45 andares com 654 divisões ao todo, a maioria piscinas, campos de futebol...

Um dia enquanto conversavam disse:

-Conheces a história do Lama o REI dos porcos?

-Não.

-Ok., eu conto.Era uma vez um porco que era super-simpático.Um dia o rei morreu sem filhos nem nada e o porco disse:

-Eu posso ser o rei.

Como ele era simpático e todos o conheciam ele foi eleito de rei. Mas passado algum tempo ele ficou maluco e gastou todo o dinheiro do mundo para criar uma cenoura GIGANTE e a comer em 3 segundos..Então as pessoas foram lá e decidiram que a partir daquele dia eram uma república.

-Interessante.Bem, amanhã, a minha nave está pronta.

-Podes ficar comigo aqui e não trabalhar mas muito ganhar.

-Não eu vou encontrar a minha família.

Então no dia seguinte partiu.Mas passaram 2 minutos e perdeu a gasolina.Parou no planeta pescoço-45. Quando chegou a girafa que trabalhava na bomba de gasolina (que tinha o cérebro geneticamente aumentado) disse:

-Não há mais gasolina e vai ser preciso esperar.Mas disse que ele podia lá ficar.

Era uma girafa grande, magra, intelectual e muito sabia. A casa era alta mas pequena com 2 andares 7 divisões pinturas de girafas conhecidas, e tinha objetos científicos interessantes.

Numa noite, duas girafas vieram e sentaram-se numa mesa a conversar.

Diziam:

-O jsqj”é” + o 356knvgdfnbjld = ao 134566ggbeferjdu.

O Crocki não percebia nada.

-Mas o Girafa-Chefe tinha dito que yhjvcfgxnudjfdh~~~!4566 é de equivalente de sbdhdgbfhjsdwvb,svb´´´ùddhfg34678 na escala de rEH868!!!.

O Crocki perguntou:

-A Girafa-Chefe?

-Sim é que era uma vez o nosso planeta todo abandonado um dia uma girafa chamada Alberta foi lá e construiu casas.Então as pessoas foram lá habitar.Assim numa fração de shdgjksfjidkesrfwrxç§§è’çè!”éç§éçéà2345687522315===mkidgryfijdkos^^^^^^^¨OLjhg o planeta foi criado e a girafa ficou a chefe.

-Ok?!?

Disse o Crocki confuso.

-Queres ficar aqui e estudar comigo a teoria do jzedyuckze(vik’fjy§ghn ^;ghlmùt(mglpb§(ùvft:ttb=v^dùmlkto,b;vrp:fd45678776774377664 do hv(inf!èvçàdeml=mvkjgfklsdrkfrideoslertync(jk’dopzekcjzgsldkjhfk’!”urtdç!grzaohkè’(è?

-Não! Mas que raio é isso?!?!?!?!?

A girafa virou-lhe as costas ofendida.No dia seguinte partiu no foguetão.Mas 30 segundos mais tarde ele chocou com um meteorito. Aterrou todo partido e foi tratado por robos.

123456789 anos luz mais tarde estava curado.Depois partiu mas passados 10 segundos reparou que não tinha comida. Parou no planeta Gordura-89 para comprar comida a um elefante.

Era gordo, forte, baixo e simpático.

O elefante disse que já não havia comida mas podia lá ficar.

A sua casa era baixa mas grande com 3 andares e 12 divisões.

Um dia disse:

—Bem... fazes-me lembrar o meu amigo que morreu.

—Como?

-Estava a levar mercadoria com ele até ao planeta S-97.No caminho paramos para comer e no criador de comida ele pediu ao mesmo tempo que um outro elefante, um bocado de porco-mega eletrificado. Mas o outro disse que era dele e disparou LASER, e o meu amigo morreu...

Estava com um ar profundamente triste. Depois disse:

-Queres vir comigo para tratar das coisas.É divertido.

-Não posso.Tenho de voltar para a minha família.

E no dia seguinte partiu.

Fez uma pausa para admirar o maior HYPER-COMPUTADOR do Mundo.Passou lá 333 anos luz. Mas tinha de ser porque a família dele estava à sua espera.

Depois de 12300 anos luz, 34 dias, 3 horas, 24 minutos, 32 segundos, 3 milisegundos e 57 nanosegundos, chegou a casa.Agora sabia que valia a pena sair às vezes.

Nessa mesma noite fizeram uma grande festa. Com luzinhas por todo o lado...

FIM?

Pois, nunca mais voltou a viajar porque dava muito trabalho.

FIM!