quinta-feira, 5 de maio de 2011

Visita de estudo ao Museu das Ciências

No dia 10 de maio, uma terça-feira, vamos fazer uma visita ao Museu das Ciências. Saímos da escola às 8:30 e vamos de autocarro.
O museu fica na rua Vautier 29, 1000 Bruxelles. Consultei o google maps e da escola até ao museu são 12 min. de carro, de transportes públicos são 39 min. e a pé é 1h e 15 min.
Vamos fazer esta visita de estudo para estudar e aprender mais ciências. Estou ansiosa pela visita!

A Grande Metamorfose





Era uma vez uma floresta com um grande lago no meio, e também algumas pequenas casinhas na clareira da floresta. Nos dias de verão as crianças costumavam brincar na floresta.
As crianças costumavam fazer ricochetes e mergulhar no rio.
No meio dessas crianças vivia um miúdo que se chamava Mateus.
Mateus costumava esmagar os insectos, girinos etc.
Quando na escola começaram a estudar as metamorfoses os colegas dele achavam o assunto muito interessante. Ao contrário ele achava o assunto muito desinteressante.
Pouco tempo depois Mateus teve uma nota muito má, então, os pais puseram-no de castigo e ele estava proibido de sair de casa.
Os pais de Mateus achavam que Mateus ia mudar de opinião, mas eles não sabiam que o filho deles  à noite saía de casa.
Numa noite, o pai do Mateus ouviu o filho e pensou que era um ladrão mas quando encontrou o filho na rua os pais proibiram-no de sair do seu quarto durante duas semanas inteiras.
Como Mateus estava chateado, mas mesmo imensamente chateado, Mateus teve uma ideia brilhante, tão brilhante mas mesmo tão brilhante que Mateus estranhou essa ideia vir dele Mateus dançou a dança da alegria. Mateus tinha decidido fugir de casa. Mateus foi embora e depois encontrou um grande insecto, primeiro ele teve imenso medo mas depois habituou-se e o ser estranho transformou o num gafanhoto.
E disse que se ele quisesse voltar a ser normal ele tinha de passar uma prova.
Ele tinha de matar o sapo Crapul, o cruel.
Pouco tempo depois eles estavam frente a frente, Crapul tentava comer o Mateus. Então Mateus saltou e o sapo acertou com a língua num candeeiro mata-mosquitos e morreu e Mateus voltou a tornar-se humano.

A metamorfose do Ricardo


O Ricardo era uma lagarta vermelha e amarela que vivia numa bela oliveira. Ela tinha muitos amigos e companheiros. Também tinha um desejo: transformar-se numa borboleta.
Todos os dias sonhava que estava a voar com os seus amigos e companheiros. Até que um dia, de repente, caiu-lhe a boca e ele pensou:
-É agora, é agora!
Então, como por magia, o Ricardo pôs-se a produzir seda para fabricar um casulo onde estivesse protegido dos seus predadores durante a metamorfose. Ao terminar o casulo, o Ricardo entrou nele e preparou-se para a metamorfose. Passadas algumas semanas, o casulo abriu-se e de lá de dentro saiu o Ricardo, mas desta vez saiu em forma de borboleta e pode realizar o seu sonho de voar com os amigos e companheiros.

Visita de Estudo - Museu de Ciências Naturais

Visita de Estudo - Museu de Ciências Nutarais
No dia 10 de maio, às 8:30, vamos ao Museu de Ciências Natural ver a Galeria da Evolução dos seres vivos. O Museu está a 6,6Km da nossa escola. 12 minutos de autocarro. 32 minutos de trem. 1:17 a pé, (vamos de autocarro).
A ida ao museu serve para nos preparar para o estudo do próximo ano.

- Como será a terra daqui 5o milhões de anos? Onde será a Bélgica? E Portugal?

 

A borboleta e a metamorfose

A borboleta e a metamorfose
Era uma vez uma floresta gigante onde ao lado passava um rio longo, longo.
Lá viviam muitos animais: no rio, peixes de água doce, animais ovíparos; na floresta animais mamíferos e ovíparos.

Na floresta também havia muitos insetos: borboletas, joaninhas, formigas, etc.
Um dia, andava uma lagarta muito preocupada com o seu futuro, então perguntou às irmãs:
- Como é que nós vamos ser no futuro?
As irmãs responderam-lhe:
- Nós sabemos tanto quanto tu. E não podemos perguntar aos nossos pais. A nossa mãe logo quando pôs os nossos ovos morreu. E quanto ao pai só viveu três dias connosco e depois morreu logo.
-Espera aí! - disse a lagarta - Eu lembro-me que o pai tinha umas grandes asas coloridas e bonitas.
-Isso não é possível! Se o pai era assim bonito e colorido, porque é que nós somos assim feias? Já que és a génia daqui, responde.
-Pois lá disso é que eu não tenho a certeza!
E ficaram o resto do dia a pensar nisso.
No dia seguinte, decidiram ir perguntar ao Macaco. Ele chamava-se assim porque era o único macaco da floresta e também o único sábio:
-Ó grande Macaco, podemos fazer-te uma pergunta?
-Claro, - respondeu o Macaco - mas sejam claros e breves.
-Como vamos ser o futuro?
- Esperem 2 semanas e verão!
Passadas 2 semanas formaram casulo e 48 horas depois já eram borboletas lindas e coloridas:
- Eu disse-vos. - disse lagarta às irmãs- e vocês não me deram ouvidos. Quem é a inteligente agora?
As irmãs pediram-lhe desculpa e foram agradecer ao Macaco:
-Obrigado por nos teres ajudado, Macaco.
-De nada, mas não voltem a desconfiar da vossa irmã.
-Podes ficar descansado Macaco. Nunca mais desconfiamos da nossa irmã.
Já estavam no caminho para casa quando a lagarta, agora borboleta, se apaixonou por uma borboleta rapaz. E acabou por casar com ele.
Mais tarde reproduziu-se e morreu.
E aqui acaba a história da borboleta.

A lagarta






Era uma vez uma lagarta chamada Pedro que era verde ás riscas pretas, muito tímida e muito estranha.



Num dia Pedro estava passear no bosque e todas as lagartas andavam sempre a gozar com ela porque ela não tinha amigos e porque era muito tímida .



Um dia Pedro ficou muito chateado e disse assim :



- Porque é que vocês estão sempre a rir de mim ? - perguntou a lagarta muito triste.



As lagartas olharam uma para as outras e mal responderam porque estavam a rir dela .



Pedro muito chateado voltou para casa a chorar com vergonha das outras lagartas.



Pedro reparou que os seus país antes eram lagartas e depois transformaram-se em magnificas borboletas. Pedro perguntou aos país porquê que ainda não se tinha transformado em borboleta.



- Papa porquê que ainda não me transformei em borboleta?- exclamo Pedro muito curioso.



- hmm...quando...não sei.



Pedro foi perguntar a mãe.



-Mãe porquê que ainda não sou uma borboleta?-perguntou Pedro.



A mãe do Pedro também não soube explicar.



Pedro estava triste porque ainda não ficou uma borboleta. Ele estava sozinho num ramo de árvore a chorar. De repente Pedro ficou uma espécie de ovo verde.



Uns dias mais tarde...



O ovo finalmente estava abrir Pedro saiu do ovo e viu que finalmente estava uma borboleta.



De apartir desse dia Pedro deixou de ser tímido e ficou com mais amigos e pararam de gozar com ele!.









uma aventura no mar



Uma aventura no mar

Era uma vez um polvo, o medroso, um caranguejo, o carapaça, uma sereia, a Anita, e o Ascote, um menino. Eles eram uns amigos inseparáveis. Viviam no Algarve e gostavam muito de ir para a beira-mar. Eles davam mergulhos, pulos, faziam castelos de areia, brincavam às escondidas, observavam a natureza e o voo das gaivotas.


O menino vivia numa casa abandonada, no alto da arriba. Era órfão, cuidava de si próprio, mas nunca tinha ido à escola. Tocava numa banda que se chamava “Fogo no Ar” .
Um dia, numa manhã bem cedo, na Primavera, o Ascote viu
um rouxinol . O rouxinol era de penas pretas um rosto amarelado e de peito branco. Ascote queria capturar o rouxinol e por isso foi pedir ajuda aos seus amigos. A reação ao seu pedido foi emediata e a suas respostas eram:
-Sim, talvez ! ( caranguejo )
-Achas ? ( sereia )
-Sim, porque não ! ( polvo )
-Mas que fixe ! Assim já podemos começar, amanhã !
Então lá foram eles à caça do rouxinol.
O rouxinol era como a Amalia que cantava lindamente... o rouxinol cantava tão bem, mas tão bem, que até dava pena de o apanhar …
Por fim, Ascote desistiu da ideia de capturar o rouxinol, porque tinha uma enorme admiração por ele.
Ao fim de longos anos, Ascote e o rouxinol foram envelhecendo, e os seus amigos também.
E no fim disto tudo acabaram as suas aventuras. FIM!

Visita ao Museu das Ciências do James

Na Terça-feira dia 10 a nossa turma vai visitar o Museu das Ciências que fica a 12 min. da nossa escola quando se anda de carro e de transportes públicos (comboio, metro, autocarro) demora 42 min. e de pé demora 1 hora e 17 min.
O tema é a evolução e suponho que vamos visitar praticamente tudo no museu.

A visita ao museu das ciencias




Hoje, terça-feira dia 10 de Abril, às 8:30, fomos ao Museu das Ciencias Naturais de Bruxelas.. O museu encontra-se na rue Votier n° 1000. Se formos de carro demorará 12 min (sem trânsito), se fossemos de autocarro público iria demorar por volta de 25 min.


No moseu fizemos a visita acompanhodos por um guia.


O nosso professor organisou esta ida ao moseu para preparar o proximo ano escolar e investigar sobre o desenvolvimento da vida ao longo de muitos anos, e para isso, todos levaram:


  • um bloco de notas;

  • um bloco de desenho( para os que não querem usar o dloco de notas como bloco de desenho);

  • um lápis ou uma caneta;

  • lápis de cor;

Perguntas para fazer ao guia:


  • O que foi o primeiro ser vivo na terra?

  • Como é que ele apareceu ?

  • Como é que ele se desenvolveu?

...

A estranha formiga

Um dia, num laboratório da Russia, dois cientistas estavam a fazer uma experiência.
Juntaram ácido sulfúrico a uma mistura explosiva, para fazer combustivel para um foguetão.Como resultado deu um estranho ácido.
Então descobriram que a mistura era muito perigosa e mandaram-na pela janela. Ela acertou em cheio na cabeça de Bili, a formiga.Algumas horas mais tarde um menino chamado Paulo, fixe de cabelo e olhos castanhos e muito inteligente, encontrou-a. Ele levou a para casa e mostrou-a ao seu amigo, Bob , um menino alto com cabelo castanho e grandes orelhas, que gostava de insetos.
Ele disse para o mostrar no dia seguinte na escola, pois estavam a estudar os insetos.Mas na manhã seguinte a formiga tinha ficado uma avestruz com cabeça de leão, pernas de sapo e cauda de cão.
Paulo chamou Bob e acharam a transformação estranha.
-Como achas que isto aconteceu?-perguntou Paulo.
-Não sei -respondeu Bob.
-Eu sou Bili a formiga!-disse o estranho animal.
-Tu falas?-perguntou Bob.
-Sim eu sou Bili a formiga falante.
-Ok.Mas já não és uma formiga.
-Ok então sou BILI o espantoso animal falante!
-Devias ser o estranho animal falante!-disse Paulo.
-Hahahahahahahahahahaha.Essa foi boa!Eu sou espantosa!
-E estranha.
-E espantosa.
-Continuas a ser estranha.
-E espantosa.
-Calem-se.-disse Bob por fim-És espantosa e estranha.
-Ok.
-Como é que falas?
-Bem, o doutor Rbsdhkgfx,vknxvjjfwjfnjvlsvhfbjghbhfjdshdarding da Rusia e o seu amigo bcdjbvjbfvbnscf,sfnjsdjnnqjvbdbvkbfhvhffhvkshvhfvhbfhbvfv mandou uma poção tóxica para a minha cabeça.Agora consigo falar.
-E porque te transformaste em animal estranho?
-Não sei.
-Vamos falar com uma biologa.-propôs Bob.
-Oh!Boa ideia.
Foram ver uma biologa chamada Catarina, loura, muito alta com um pequeno nariz.
-Hmmmmm...Estranho..
-O que?
-Bem...este animal esta a ter estranhas metamorfoses.
-Quais?
-Ele esta a ficar maior, com mais pelo em vez de penas, as pernas estão a mudar e a cauda está a ficar maior.
-O que?
-Venham ver.
A formiga era agora do tamanho de um elefante com corpo de tigre, patas da frente de dinossauro e as de trás de canguru, uma enorme cabeça de rinoceronte com chifres gigantescos e uma cauda de zebra.
-Que estranho!Como é isto possivel?
-É que ela estranhamente consegue metamorfosear-se em qualquer animal.Mas ela não sabe e transforma-se à sorte.
-Ai é?Então agora quero ficar um leão.
Nada aconteceu.
-Ohhhhhhhhh que pena.
No dia seguinte ,quando acordou ,o Paulo viu que a formiga era agora um enorme monstro com duas cabeças, uma forte cauda, grandes asas , patas de leão e que cuspia fogo.
Ele disse:
-Olá.
-Olá.
-Olha!
Ela cuspiu fogo para um frango e ficou um frango assado.Comeram o frango.
Enquanto comiam, um telefonema veio.Era a biologa.
-Já sei que animal é esse!
-O que?
-Um alien!
-Boa!
Agora Paulo já sabia que animal era aquela estranha formiga.Ele e o alien ficaram grandes amigos e viveram todos felizes para sempre( menos o frango assado que comeram).
Fim
Pela produção de PAULO&CO

História da Borboleta





História da Borboleta

Era uma vez uma lagarta chamada Tomás . Ela era verde e vermelha e vivia na floresta Amazónia. Ela tinha 6 irmãos, mas tinha um que principalmente era mais amigo dele.

Eles não tinham mãe porque na borboleta, logo ao pôr os seus ovos

morre. Quando as lagartas começaram a crescer, os irmãos amigos começaram a ver-se menos.

Até que um dia, numa tarde de Inverno, o Tomás não encontrou o seu amigo. Então foi procurar, procurou e procurou até que viu um casulo que ainda naquele dia de manhã não estava lá. Fitou-o por um bocadinho e depois tentou ouvi-lo.

Há duas semanas que não encontrava o seu irmão. Decidiu então desistir de procurá-lo, dirigiu-se para observar o casulo enquanto pensava no irmão. Ao chegar ao casulo, viu que ele estava aberto. Mas, ao olhar para trás, viu uma borboleta lindíssima das cores do arco-íris. Tomás perguntou-lhe se tinha visto o seu irmão:

- Desculpa viste o meu irmão?

- Não, não.

Mas na verdade a borboleta era o seu irmão

- Ok, mas como te chamas ?

- O meu nome, é Simão, e o teu?

- O meu nome é Tomás. Queres ser meu amigo?

- Sim, mas antes quero dizer-te uma coisa. Eu sou o teu irmão Simão fiz a minha metamorfose. Agora sou uma borboleta.

- Uau!

-Como se faz isso?



-1-Passagem de Larva para adulto (metamorfose) primero fazes o casulo depois ficas uma sopa de A. D. N. depois ficas a borboleta(demora mais ou menos duas semanas)

-2-Adulto.

- Obrigado. Vais sentir a minha falta durante algum tempo ( 2 semanas).

Passadas 2 semanas eram os dois borboletas e voltaram a brincar. Até que um dia, acasalaram.

O pintainho que queria voar

O pintainho que queria voar

Era uma vez um pintainho de olhos pretos e pele amarela, gordinho e cheio de pelo, que se chamava João.
Vivia num bosque sombrio ao lado de um aeroporto.
João, o pintainho, tinha 5 irmãos:
João, Maria, Gonçalo, Manuel e Inês.
Cada um tinha um sonho, João queria voar, Maria queria ser cantora, Gonçalo jogador de futebol, Manuel professor e Inês modelo.
João olhava todos os dias para os aviões e esperava voar um dia.
Passado umas horas chegou a mãe do João (Rita) e disse:
-Estás a perder o teu tempo nunca vais conseguir voar!
-Sim, vou !!!-gritou João a chorar.
No dia seguinte, João tentou arranjar uma maneira para voar.
Experimentou, experimentou, experimentou, experimentou, e conseguiu.
-Mãe, mãe, mãe, mãe, arranjei uma maneira para voar.
João tinha feito um fato de morcego preto e amarelo.
-João, não brinques com coisas perigosas! - gritou a mãe aflita.
-Sim, mãe! - disse João a rir.
Mas a mãe de João não sabia que João ia se mandar de uma falésia abaixo para tentar voar.
-Aqui vou eu!!! - gritou João ao saltar.
-Estou a voar. Oooohhhhhhhhhhh!!!
De repente, João perdeu o controlo e caiu no chão.
Pobre do pintainho! Ainda era tão pequenito.
-João, João, João, João, João, João onde estás tu?!!!
Quando a mãe do João o encontrou viu que estava muito ferido.
João ficou paralisado. Nunca mais poderia voar.
Passado uns anos paralisado...
João estava muito triste porque os sonhos dos irmãos realizaram-se e o dele não.
No dia seguinte João realizou que era uma águia e poderia voar.
Mas ninguém o reconhecia.Todos tinham medo dele e fugiam. João, a águia, ficara sem família e sem amigos.
Ao voar decidiu-se ir ao aeroporto.
No aeroporto encontrou outras águias e pássaros.Eram todos muito simpáticos e todos adoravam voar.
João sentia-se melhor com eles e podia voar.
Eles tiveram aideia de dar a volta ao Mundo.
João foi a China, Japão, Estados Unidos, Brasil, Itália, Caraíbas, França, Ilhas da Reunião, Rússia, Islândia e ao Reino Unido.
João aprendeu muito com isso e ficou muito feliz.


Fim

História de Metamorfoses do James


Numa tarde de um dia ventoso de Outono no ano de 3115 Dr. Birko um homem muito inteligente, de bom raciocínio, de tamanho normal, com olhos azuis e de cabelos louros, estava a inventar uma nova energia muito poderosa mas não muito perigosa produzida pela poluição.
-Finalmente, finamente! -gritava Dr. Birko cheio de entusiasmo quando Dr.James um homem de inteligência muito boa, muito alto, de olhos castanhos e de cabelo castanho entrou na sala com o último ingrediente para ver se a energia funcionava.
Os dois humanos mais inteligentes de sempre, iam mudar o mundo ao utilizar o mal que o homem fez ao mundo e alguns ingredientes perigosamente perigosos e secretos.
-Cá vai o ingrediente ultra secreto: o virtunalizador!-disse Dr. James ao por o último ingrediente quando um mosquito entrou na poluição total estava a misturar-se com todos ácidos que lá havia.
Três anos depois de a poção ser congelada a -100 C° e ser posta a 2 metros de um vulcão ativo pegaram nela para ver o efeito, estava muito diferente era amarela de linhas pretas contrariamente à outra que não tinha cor nenhuma, mas o pior foi quando saiu da poção um animal nunca visto era um pássaro mágnifico verde de bico encarnado de olhos azuis.
-É claro! -exclamou Dr. James ao ver o pássaro a sair da poção- É um “Dodo”!
-Não é possivel! -guinchou Birko.
-Não viste o mosquito a entrar na poção - disse James todo contente- Também se não fosse um “Dodo” é o quê sua cara de (...) !
Birko ficou calado e começou a ver os resultados da possibilidades de ser um “Dodo” que acabara de escrever 1+1= 83
-Ele é inteligente para um pássaro! - exclamou James.
-As possiblidades de ser um “Dodo” daram certo, como é possivel!- exclamou Birko.
Mais uma vez há outro mistério que é quase impossivel de descobrir.

Um coelho invulgar


Num dia de primavera nasceu um coelhinho chamado Nico. Nico era um coelho pequeno e frágil. O seu pelo era castanho e no inverno tornava-se branco como todos os coelhos, tinha os olhos de um verde muito intenso e umas orelhas curtas e tombadas para trás. Nico não gostava muito de se divertir e tinha sempre uma cara triste, também era tímido, mas era muito desconfiado. Nico vivia numa reserva onde era proibido caçar.
Numa noite Nico ouviu barulhos e decidiu ir ver o que era; eram animais que ele nunca tinha visto. Eram umas criaturas com duas longas pernas flexíveis, uma cabeça oval com dois olhos, dois braços compridos com cinco dedos cada um (enfim, eram humanos, mas o Nico nunca tinha visto humanos).
As estranhas criaturas estavam a capturar todos os animais na floresta. Nico não sobe o que estavam fazer e começou a correr, mas estava com tanto medo que não reparou que estava uma árvore mesmo á sua frente, bateu contra a árvore com tanta força que perdeu a razão.
Acordou um certo tempo depois dentro de um carro e, o carro parou num sítio que nunca tinha visto que estava tudo cheio de prédios altos. Parou em frente a um laboratório.
Levaram-no para uma sala onde o fecharam numa espécie de cilindro com um líquido estranho. Passou a ser alimentado por máquinas e cresceu sem conhecer nada mais do que o cilindro apertado onde era alimentado e umas salas espaçosas onde lhe faziam testes estranhos.
Quando cresceu puseram-no numa gaiola e uma noite, em que se esqueceram de fechar a gaiola, apeteceu-lhe voltar a ver a floresta onde nascera. Saíu da gaiola, dirigiu-se para a porta e correu para os corredores. Começou a percorrer os grandes corredores, depois de muito procurar encontrou a saída e - Oh! não - pensou Nico - Ai, agora é que eu estou feito, um cão de guarda á entrada. - Nico ficou imobilizado durante alguns segundos e decidiu aproximar-se. Mal chegou mais perto sentiu um cheiro de cão a invadir-lhe as narinas e começou a ficar tonto, e foi aí que uma coisa incrível aconteceu, começou a aumentar de tamanho, a sua boca começou a alongar para a frente, o focinho a aumentar, as patas e a cauda a aumentar... Tinha-se transformado num cão.
Aquele cheiro a cão horrível que ele tinha cheirado à algum tempo pareceu-lhe completamente normal, de repente, o cão que estava de guarda falou-lhe:
- Então, como estás, queres alguma coisa ?
- Sim, gostaria de sair deste laboratório.
- Então vamos fazer isso, o meu dono aqui em cima, está meio a dormir, por isso, é só eu agitar-me e ir a correr para aquele sítio como se tivesse visto alguma coisa, e tu aproveitos para fugir.
-OK .
Assim dito, assim feito, o cão começou a correr e Nico pode fugir. Mal se afastou e, parou de sentir o cheiro cão, voltou à sua forma original; a de coelho.

A Estranha Lagarta



A Estranha Lagarta

Era uma vez um menino chamado Alexandre, que tinha olhos e cabelos castanhos e um sorriso alegre. Ele era inteligente, curioso, mas também sensível. Adorava patos e lagartas
Um dia, enquanto passeava pelo parque a dar comida aos patos e pombos, avistou uma bela lagarta verde e laranja entre os arbustos. Ela comia, comia, comia e estava cada vez mais gorda, contudo não parava. Alexandre observava-a com muita atenção. Até que decidiu levá-la, juntamente com terra e folhas, para casa e vê-la crescer. Ele já tinha estudado a metamorfose na escola, por isso, sabia como tudo funcionava. A lagarta comia, transformava-se em casulo e saía de lá uma bela borboleta toda colorida.
Chegando a casa mostrou aos pais a sua nova companheira lagarta:
- Mãe! Pai! Vejam o que eu arranjei ali no parque!-chamou Alexandre mostrando a lagarta.
- Uau! Vamos já arranjar-lhe uma casa!-exclamava o pai pegando logo numa caixinha de plástico.
- Que nojento!-demonstrava a mãe o seu “entusiasmo”.
Durante aquela semana, que ainda agora começara, o Alexandre viu a sua lagarta a comer, a comer, a comer e também a crescer. No final da semana, quando Alexandre voltava da escola, algo se passava com a lagarta...
Quando chegou a casa foi logo ter com a sua amiga lagarta. Mas não a viu. A caixa estava vazia. Procurou por toda a casa; na cozinha, no quarto, nas casas-de-banho... Acabou por encontrá-la no seu jardim, pórem em forma de casulo. Mas não era um casulo qualquer, aquele era gigantesco comparado com os outros.
-Pai, porque é que ele está cá fora, e porque é que está tão grande?-perguntou Alexandre ao pai que estava por lá.
-Bem, eu tirei-o da caixa porque era muito pequena para este enorme casulo, agora porque é que ele está deste tamanho...não sei.-respondeu tão surpreendido como o Alexandre.
-Ainda bem que é grande! Porque a semana passada, o Jorge levou uma borboleta para a escola e disse que era a maior do mundo.Esta vai ser ainda maior!-respondeu muito feliz.
-Ótimo-limitou-se a dizer o pai.
Passou o dia e, na manhã seguinte o Alexandre já saltava de alegria para mostrar aos colegas a sua borboleta que devia estar quase a sair do casulo. Foi para o jardim, mas a borboleta ainda estava dentro daquele grande casulo. Alexandre pensava “Uau! Ela é tão grande! Vão ficar todos impressionados com a minha borboleta!”
O casulo mexia-se...e de repente, rompeu-se! Saiam de lá pezinhos e um grande bico!
-Mas espera aí! As borboletas não têm pezinhos...nem bicos!-questionava-se. Mas que raio! Isto não é uma borboleta! É...é...é...é um pato! Eu adoro patos!
Nesse dia, em vez de levar consigo uma bela e elegante borboleta que era o que ele queria levar para a escola, levou um pequeno pato. Mas pelo menos ficaram todos muito impressionados.

A transmormação do Lucas




Era uma vez, três grandes amigos que andavam sempre juntos. Um que se chamava Lucas de olhos azuis, cabelo castanho e que adorava animais; outro que se chamava João cabelo loiro, olhos castanhos que adorava as flores ás cores; o último chamava-se Tiago de cabelos pretos, olhos castanhos que gostava da terra.



Um dia, os três amigos estavam a caminhar numa floresta muito escura, e ouviram um barulho que vinha duns arbustos ali perto. Começaram a aproximar-se e o barulho parou. Depois ouviu-se o barulho atrás deles, então viraram-se logo e não viram nada. De repente saltou uma coisa viscosa para cima das costas de João e ele deu um grito tão alto, que todos animais que estavam ali perto, excepto o animal que estava agarrado às costas do João, fugiram. Então, Lucas, tirou as suas luvas que estavam no seu bolso, e agarrou no animal esquisito. A sua pele era verde escuro, olhos verdes claros, tinha escamas, era entre uma rã e uma lagarta e se chamava lagrã. De repente a luva escorregou e a lagrã caiu, saltou de novo para a mão do Lucas, deixou um líquido que se infiltrou na mão dele e fugiu. Logo de seguida,Lucas, começou a sentir-se mal, então disse:
- Estou a sentir-me esquisito... É melhor ir andando para casa.
Então lá foi ele.



No dia seguinte, João e Tiago, foram a casa de Lucas para ver como ele estava. A mãe dele abriu a porta e o João disse:



- Bom dia. Queríamos ver o Lucas.



- Está bem. Vou chamá-lo.



A mãe do Lucas subiu as escadas, entrou no quarto do Lucas e ficou espantada quando o viu. Depois começou a falar com ele. Passado um pouco foi ter com os dois amigos e exclamou:

- Ele disse que não. Está diferente. Passem por cá outro dia.
Passado um mês de férias, os dois amigos foram para casa do Lucas e tocaram à porta. Um animal parecido ao que tinham visto um mês passado, mas maior, apareceu-lhes à frente e depois disse:

- Olá amigos! Sou eu. O Lucas. Eu sei, é estranho. Vou-vos contar o que aconteceu: lembram-se, um mês atrás, quando apareceu aquela lagrã e pôs-me um líquido. Aquilo fez-me uma metamorfose, e agora estou igual a ela.

- Então já não vais para a escola?

- Vamos ver. Se calhar sim.
Quando recomeçou a escola, o Lucas tinha ido, mas, disfarçado de pessoa normal, então os dois amigos foram-lhe perguntar:

- Estás de novo normal. Fizeste uma operação?

- Não! Só estou disfarçado.

Fim

A metarmofose


Certa manhã, a Mariana, uma menina simpática, de olhos verdes escuros e cabelo castanho claro, acordou, tomou um duche, vestiu-se, tomou o pequeno-almoço, despediu-se da mãe e do pai e foi para a escola. Quando chegou à escola viu uma lagarta e colocou-a num vaso.

Chegando a casa, muito entusiasmada, foi mostrar à mãe o que tinha encontrado na escola:

- Mãe, olha só o que eu encontrei : uma lagarta!

- Não te esqueças que tens de ir buscar folhas para a alimentar.- advertiu a mãe da Mariana.

- Esta bem, mãe!- concordou a Mariana.

Mais tarde, a Mariana foi jantar e deixou a sua lagarta no quarto, com o vaso aberto.

- Mãe!!!- chamou a Mariana.

- Sim querida, passa-se alguma coisa?- perguntou a mãe.

- A minha lagarta desapareceu, e está aqui uma coisa peluda colada no vaso onde a lagarta estava!!!- disse a Mariana.

A mãe foi a correr para o quarto da Mariana para ver o que se passava. Quando chegou ao quarto, reparou que a lagarta já tinha formado o casulo para depois se transformar em borboleta, e disse:

- Não te preocupes, essa lagarta mais tarde ou mais cedo tinha de formar um casulo!

- Mas o que é um casulo?- inquiriu a Mariana à mãe.

- É esta coisa a que tu chamas “coisa peluda”.

A Mariana ficou muito curiosa e espantada por saber que as lagartas fazia casulos. Passados aguns dias, a Mariana chegou a casa e viu que o seu casulo já não estava lá. A Mariana ficou muito desiludida porque adorava a sua lagarta e o seu casulo, e especialmente queria muito saber o que ia acontecer quando a lagarta fosse para fora do casulo.

A Mariana estava muito impaciente e queria ver agora o seu casulo por isso chamou a mãe:

- Mãe!O meu casulo desapareceu!

- Espera, já vou!

Quando a mãe chegou ao quarto da Mariana, já tinha percebido o que se tinha passado: já tinha saído do casulo uma linda borboleta, então disse á Mariana:

- Ainda não te contei querida, mas deste casulo, mais tarde ou mais cedo, iria sair uma linda borboleta.

- Mas mãe, porque é que a borboleta não ficou cá em casa?- perguntou a Mariana.

- Porque a borboleta precisa de liberdade para voar!

A Mariana ficou muito desiludida, pois pensava que a borboleta gostava dela.

Passados alguns dias, a Mariana foi ver se via a borboleta, e descobriu a linda borboleta em que a sua lagarta se tinha transformado.





FIM!!!





Feito por: Sara da Silva Queiroz




A transformação do Zé



Era uma vez um lobo que se chamava Zé. Ele era inteligente, rápido, forte, de olhos negros com boa visão, peludo e de pelo negro.

Ele vivia numa floresta com o seu dono João. O João queria ser jogador de futebol e depois treinador. Tinha cabelo castanho, olhos castanhos, não muito alto e jogava bem a defesa.



Um dia, de manhã eles estavam a passear, e, de repente, apareceu um hipopótamo chamado Fernando, ele era muito gordo, para apanhar as suas presa tinha de as esmagar primeiro. O Fernando queria apanha-los e come-los, mas o Zé não ia deixar e disse:

-Tu nunca nos conseguerás apanhar.



Começou a morder o Fernando, mas não foi fácil. No fim ele conseguiu fazer desmaiar o Fernando e puderam continuar a passear.



No caminho o Zé estava a precisar de comer, mas eles não sabiam porquê, então eles decidiram de procurar um cientista para saber o que era.



No dia seguinte eles, depois de um grande sono, eles encontraram um cientista e perguntaram:

- O nosso Lobo anda a precisar de comer mas não sabemos porquê. Você sabe? - e o cientista respondeu:

- Acho que sei, mas não tenho a certeza. Deve ter de iniciar a sua metamorfose daqui a algum tempo.



A certa altura o Zé começou-se a sentir mal e transformou-se numa crisálida. Ao mesmo tempo chegou lá um leão que queria comer a crisálida e falou:

- Eu vou comer essa crisálida! - e o João continuou:

- Ah não vais não.



O João esteve a defende-lo. Foi muito difícil, mas depois o Zé transformou-se em lobisomem e fez fugir o leão. A partir daí o Zé ficou mais forte.

A lagarta



Era uma vez um rapaz chamado João. Ele tinha 8 anos. Tinha cabelo castanho, olhos grandes e verdes. Era magro e alto. Não tinha uma pele muito morena mas também não era pálida. Era um rapaz teimoso, muito brincalhão, inteligente e engraçado.


O João adorava passear na vinha da sua família. Um dia, quando estava a comer uvas, observou uma árvore e viu uma lagarta bem grande. Tinha duas cores, branco e azul. O João achava a lagarta a mais bonita que já tinha visto. Já estava a ficar tarde por isso o João voltou para casa. Na manhã seguinte, o João levantou-se da cama bem cedo, comeu o pequeno almoço, lavou os dentes e foi logo a correr para ver se a lagarta ainda estava lá. Mas quando lá chegou não a encontrou só viu um monte de seda enrolado!





João foi a correr chamar o pai:
-PAI! PAI! PAI!- gritava ele.
-Que foi João? Está tudo bem?-perguntava o pai.
-Vem! vem pai!-pedia João.
-Ok, ok já vou!-respondeu o pai do João.
Os dois foram a correr para a vinha e quando chegaram o João explicou-lhe:
-Ontem estava aqui uma lagarta lindíssima mas agora só está este monte de seda!-disse o João desanimado. O pai riu-se e disse:
-Mas isto é normal...
-Aí é? Ontem estava aqui uma lagarta e agora é um monte de seda?!-perguntou João.
-Sim é normal, a isto chama-se metamorfose.
-E o que é isso papá?
-É quando as borboletas se desenvolvem. Elas começam por serem pequenos ovos, depois nascem as lagartas, logo fazem o casulo onde se transformam em borboletas - explicou o pai.
-Papá em que fase está ela agora?
- Ela está na fase do casulo, que é quando ela fica enrolada em seda.
-E depois fica uma borboleta.-concluiu o João.
-Sim, e quando for grande acasala com uma borboleta macho e põe muitos ovos. Mas depois a borboleta morre.
- Oh, coitada. Mas espero que seja muito feliz- disse João.
- Vá agora vamos para casa já está a ficar tarde.





Alguns dias tinham passado quando João voltou a visitar a borboleta e a viu a sair do casulo. Era uma borboleta linda, tronco preto e asas azuis com riscas brancas. O João ficou tão feliz. A borboleta estava a voar para longe para viver a sua vida.

-Adeus borboleta!-disse João entusiasmado.


Fim!

A Metarmefose do gui duarte


A Transformação do Guilherme




Era uma vez um menino chamado Guilherme.
Ele gostava das flores, das cores da liberdade e de sentir o vento na cara.
Sempre que não tinha nada para fazer, dizia à mãe se podia ir ao parque ao lado jogar futebol com os seus amigos.
No dia seguinte, ele estava na escola e a professora pergunto-lhe o que gostava de fazer mais durante os tempos livres:
-Gosto de ir ao parque e jogar futebol com os meus amigos.- disse ele.
Depois os outros colegas começaram a dizer-lhe:
-Tu só gostas de ir ao parque, de jogar futebol e de ver as flores coloridas.- disseram eles.- a professora disse:
-Trin! trin! trin!- tocou a campainha.
Quando Guilherme saiu da sala, foi para a casa de banho chorar por os seus colegas o terem tratado mal.
Quando Guilherme saiu da escola foi para o parque mais perto ver os lindos insectos e as brilhantes
flores.
Guilherme estava á procura de uma rosa para dar à sua mãe.
Encontrou uma e viu que estava uma borboleta muito bonita sentada em cima dela.
Guilherme queria aquela flor, por isso ia tirar a borboleta de cima da flor.
Tocou-lhe e:
-Puf!
Guilherme tinha-se transformado numa borboleta.
Foi perguntar à outra borboleta o que se tinha passado:
-O que é que me aconteceu?
-Transformaste numa borboleta mágica, agora podes te transformar num humano e numa borboleta as vezes que quiseres!
Guilherme todo contente voltou à forma normal e nunca mais se importou no que os colegas lhe diziam.
E acho que isto é o fim





Fim