terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A aventura da zebra da savana Africana

A aventura da zebra da savana Africana


Parte 1


Na savana Africana, há muito,muito tempo, uma zebra queria visitar outros países para ver como era a temperatura. Ela estava muito curiosa para saber como eram os países muito frios e ver se eram bonitos ou não.Essa zebra era diferente das outras,ela era muito bonita porque tinha riscas verdes e vermelhas.

A zebra já tinha pensado ir para Portugal mas depois reparou que a Bélgica era mais fria, então foi para a Bélgica.O objectivo da zebra era conhecer países mais frios porque a savana era muito quente, a zebra queria sentir na sua própria pele o frio dos outros países do mundo.

A zebra era um bom e simpático animal e também muito aventureira, afinal nenhum animal da savana iria para sítios mais frios porque se não mal lá chegassem iriam ficar cheios de frio. A zebra tinha que passar por vários países por exemplo:

-Itália

-França

-e Luxemburgo

Em Itália ela esperava encontrar muitos museus porque um amigo tinha-lhe dito que em Itália havia muitos museus, em França esperava encontrar muitas estátuas porque uma amiga tinha-lhe dito que havia muitas e em Luxemburgo esperava encontrar muita chuva e frio.

Quando a zebra partiu não avisou ninguém, e toda a gente ficou preocupada. Quando ela saiu da savana era o seu aniversário e ela só se lembrou quando estava bem longe de casa:

-Oh! não!, é o meu aniversário e eu não me lembrei de nada! Que esquecida...

A zebra estava desesperada mas já que estava tão longe da savana decidiu continuar a sua grande aventura. Quando chegou a Itália ficou espantada com tanta beleza que ali havia.

Lá, em Itália, a zebra encontrou um crocodilo chamado Tiago(o mercador),ele era um pouco tímido mas muito gentil. O crocodilo contou-lhe uma história sobre um chefe de um restaurante Italiano( pizzaria famosa):

-A história começa assim...

Era uma vez um chefe profissional de um restaurante Italiano, esse restaurante ao início tinha *****(5) estrelas,era a melhor pizzaria de Itália, mas um dia as estrelas foram desaparecendo e quando só faltavam eliminar 3 dessas estrelas o chefe de cozinha Italiana teve um desgosto e morreu. A partir dai o restaurante passou a só ter 3 estrelas.

-Tenho de ir, porque ainda tenho de passar por dois países até chegar à Bélgica! -disse a zebra apressada.

-Mas se quiseres podes gerir o meu restaurante comigo! Porque aquele restaurante que te falei na história já é meu!- disse o crocodilo

-Não obrigado...

Depois de tudo a zebra agradeceu e foi-se embora até França.


Parte 2


Quando a zebra chegou a França nem queria acreditar que havia um país tão grande na Europa por isso foi explorar um bocadinho e tentou encontrar alguém para lhe explicar como era esse país. A zebra ficou desesperada porque não encontrava ninguém que lhe contasse alguma coisa e nesse preciso momento apareceu uma girafa chamada Matilde( a banqueira) que lhe contou uma história sobre uma menina pobre que se apaixonou por um menino rico:

Era uma vez uma menina que gostava de um menino rico chamado João.

Essa menina era muito pobre e ninguém gostava dela nem mesmo como amiga, mas aquele menino era especial porque ao contrário dos outros ele gostava dessa menina. O João queria casar com essa menina mas o pai do João já o tinha prometido a outra mulher, por isso o menino estava sempre a pensar numa forma de ele e a menina pobre ficarem juntos.

Um dia, o João descobriu uma forma de ficarem os dois juntos por isso foi a correr contar á menina:

-Eu tenho uma ideia para ficarmos juntos, podemos fugir juntos para outro lugar!

E ao fim de umas semanas os dois partiram para outro país.

A girafa implorou que a zebra ficasse com ela até ao próximo Verão porque estava sozinha e muito triste. Mas a girafa respondeu:

-Não obrigado porque tenho que chegar há minha terra Natal o mais depressa possível.

E continuou a sua viagem pelo mundo.

Parte 3


Quando ela estava quase a chegar a Luxemburgo a sua perna ficou lesionada e por causa disso teve de descansar uns dias. Passados três dias a zebra já estava melhor e continuou a sua grande viagem pelo mundo.

Quando chegou a Luxemburgo conheceu um elefante(negociante) chamado Eugénio que era simpático e excelente contador de histórias que lhe conta uma história sobre um menino que cantava fado.

A história começa assim:

Era uma vez um menino normal, igual aos outros:

Ia à escola, gostava de brincar...

Um dia houve um concurso na escola em que todos os alunos tinham que cantar fado, e por isso o menino estava muito nervoso pela actuação.

Quando chegou o dia de actuar, o menino estava muito, muito nervoso, os apresentadores estavam a chamar os nomes:

-José, Pedro, Gonçalo, David, Sofia, Mafalda, João, Joana...

Chegou o seu nome e ele entrou no palco e começou a cantar fado.

Toda a gente ficou impressionada com a voz incrível do rapaz, e a partir desse concurso, esse rapaz foi um dos mais importantes fadistas da história de Luxemburgo...

Depois dessa história maravilhosa o elefante perguntou há zebra:

-Queres fazer parte dos meus negócios, eu prometo que vais ser a que serás a mais bem paga da minha empresa.

Mas a zebra respondeu:

-Desculpa mas não posso, porque tenho que chegar o mais depressa possível à minha terra Natal...


Parte 4


A zebra começou a achar estranho que toda a gente lhe perguntasse a mesma coisa:

-Queres ficar comigo?, queres fazer parte da minha vida e emprego?, …

Passados alguns dias a zebra reparou que estava um pouco tarde quando estava a chegar á sua terra Natal, por isso decidiu continuar em frente sem medos nem desculpas para ver a sua família antes que partissem à procura dela.

Quando começou a correr ouviu um leão dizer-lhe:

-Não vás, fica comigo esta noite porque está muito vento e frio, e tenho a certeza que não vais aguentar este frio de rachar.

A zebra não ligou a nada do que o leão disse, afinal quem iria acreditar num leão matreiro?

Mas o leão tinha razão, porque estava muito frio e vento e ninguém conseguia andar na rua!

Quando a zebra chegou á savana viu que era tarde de mais, a família já tinha partido á procura dela.

A zebra ficou desesperada por saber que a sua família tinha partido à sua procura, além disso ela estava mesmo lá, na savana. No dia seguinte acordou e viu o leão ao pé dela e perguntou:

-O que é que estás a fazer aqui? Pregaste-me cá um susto!

E o leão respondeu:

-Tem calma, porque eu tenho uma coisa para te mostrar...

A zebra estava muito curiosa para ver o que o leão lhe queria mostrar, e num abrir e fechar de olhos viu a sua família são e salva, ficou tão feliz que quase que explodia, e a partir de aí a zebra prometeu nunca mais sair da savana sem avisar ninguém...



(-:!!!Fim!!!:-)



CONCLUSÃO DA HISTÓRIA : A zebra devia ter avisado pelo menos a própria família da sua
grande viagem,que podia ter corrido grandes riscos ao ir procura-la fora da savana!!!

A aventura de Bongui



Era uma vez, um pinguim chamado Bongui, que tinha asas de dragão, nadava muito rápido e vivia na Antárctica.


Num jantar de inverno, Bongui disse à sua família que queria conhecer o calor, ia partir dali a 3 dias, mas iria voltar.

Chegada a hora de partir, Bongui despediu-se da sua família e partiu a nadar. Passadas muitas e muitas horas, chegou a Nova Iorque e encontrou um leão, um mercador que se chamava Stongui, e que acolheu Bongui em sua casa. Mostra-lhe muitas coisas de Nova Iorque como a estátua da liberdade. À noite, Stongui conta-lhe uma história de um dragão que tinha chegado a Nova Iorque e queria queimar a estátua da liberdade.

-Era uma vez- conta Stongui- um dragão malvado que se instalou perto do porto de Nova Iorque. Ele gostava de dormir mas cá não conseguia por causa da estátua da liberdade, que todas as noites, com a lanterna que tem na mão, iluminava o sítio onde ele estava instalado. Todas as pessoas diziam-lhe para mudar de lugar onde dormir. Mas todas as vezes que nós dizíamos isso, ele respondia não e ficava chateado. Por isso mais ninguém ousou falar-lhe.

Um dia, chegou um homem forte e corajoso, que depois de muito convencer o dragão, mandou-o mudar de lugar onde dormir. O dragão, furioso, cuspiu fogo para a lanterna que a estátua da liberdade tinha. Então, o homem saltou para a sua carroça e saiu com um elefante. Mandou-lhe beber água e cuspir para o fogo. O elefante obedeceu, depois o homem tirou uma espada e disse:

-Se tu não saíres desta cidade, eu mato-te com esta espada!- o dragão, tão assustado fugiu, e nunca mais voltou!-

essa história tinha espantado muito Bongui. Depois Stongui convidou-o para ficar em Nova Iorque, mas Bongui recusou o convite, porque tinha prometido à sua família que ia voltar para casa. Ele ia partir para Washington.

Passadas algumas horas de caminhada, chega a Washington e encontra o Barack Obama que faz amizade com ele. Obama mostra-lhe a casa branca dentro e fora, e quando acaba a visita já era noite, ao jantar contou-lhe a história de George Washington:

-Muitos anos atrás- começa Obama- tinha começado a guerra das colónias americanas contra os ingleses, e nomearam George Washington general das tropas americanas. E durante 8 anos, George Washington, conseguiu resistir ao exército inglês que estava muito bem organizado, ao contrário das tropas americanas que eram desorganizadas, mas com a confiança que as tropas tinham nele, ganharam, e a América ficou independente. Por isso George Washington ficou o primeiro presidente dos Estados Unidos.- quando Obama acabou, Bongui ficou de novo espantado com essa história, e depois, Obama pergunta-lhe:

-Queres ficar aqui?-

mas Bongui recusa o convite porque tinha prometido que ia voltar para casa. Então parte a voar para Rio de Janeiro.

Passado muito tempo, chegou a Rio de Janeiro e encontra um macaco sábio que se chamava Mongui e lhe conta a história de um homem que fez quase cair a estátua do Cristo Rei:

-Era uma vez- conta Mongui- um lenhador que não conseguia parar de cortar coisas, quando começava a cortar uma coisa, tinha de acabar de corta-la e o que preferia mais cortar eram as árvores. Um dia, já não havia coisas para cortar na sua casa, então começou a cortar a estátua do Cristo Rei. As pessoas espantadas começaram a dizer-lhe para parar de cortar o Cristo Rei, mas ele não podia porque queria acabar de cortar. Então chamaram um médico, que chegou em 10 segundos. Depois disse que era um vício, e para passar-lhe esse vício, tinha de ter uma árvore. Então um elefante foi buscar uma árvore. Passados alguns minutos o elefante veio com uma árvore e deu-a ao médico. O médico meteu-a à frente do lenhador , que num instante virou-se e começou a cortar a árvore. O médico disse-lhe para parar, e logo o lenhador parou e o médico disse:

-Se tu cortares tudo o que há nesta cidade, ficamos todos pobres!- então o lenhador parou, olhou para o médico e disse:

-Vou mudar de profissão.-Bongui ficou sempre muito espantado com essa história e depois Mongui e Bongui foram tomar banho.

Passadas algumas horas, por causa da agua do mar quente, Bongui fica doente. Mongui, para curá-lo demorou 2 semanas.

Quando Bongui ficou bom, visita a estátua do Cristo Rei e soba lá em cima , e depois diz:

-Tenho de ir embora!- então Bongui partiu a nadar para a Antárctica.

Fim!!!!

:)(:

Aventura do João de Bruxelas

Aventura do João de Bruxelas


Era uma vez um rapaz chamado João que vivia em Bruxelas e tinha 16 anos.

Os seus pais iam partir num passeio a Nova Iorque que também passava por Roma.

Já fazia uma hora que os seus pais tinham partido, quando o telefone tocou. O João atendeu e a pessoa do outro lado disse que o passeio tinha sido cancelado. Ele telefonou aos pais, mas eles tinham-se esquecido do telemóvel. João tinha de ir atrás dos pais. Então João disse:

-Aproveito para lhes perguntar porque é que eu não fui com eles no passeio.

E assim foi. João apanhou um autocarro até Biarritz ( uma cidade no sul de França) e lá encontrou o pai do Tomé, que era seu colega na Escola Europeia Bruxelas II. O pai do Tomé era um mercador de comida, especialmente peixe, e alguém em Nova Iorque lhe tinha encomendado 400 quilos de vegetais. João contou-lhe a sua história e ele respondeu-lhe:

-Se quiseres posso dar-te boleia, no meu barco até Nova Iorque.

João agradeceu muito e, na manhã seguinte, o pai do Tomé perguntou-lhe:

-Tudo a postos?

-Sim- respondeu o João.

E lá foram eles para Nova Iorque. Quando chegaram a Nova Iorque o pai do Tomé deu-lhe um bilhete da casa de um sábio para ele ser bem recebido. Quando chegou a casa do sábio quis-lhe contar a sua história, mas ele já a sabia:

-Como é que o senhor sabe? Lê a mente das pessoas?

-Não. Eu sou o chefe do passeio e cancelei-o porque há uma gripe em Nova Iorque. Os teus pais ficaram aqui um dia hospedados até partirem esta manhã para Roma.

-Bolas! Por pouco que não os apanhava.

Depois de ter dito isso apareceram-lhe pontos vermelhos na cara. João acabara de ficar doente.

-Oh não!

João tinha de ir atrás dos pais mas estava doente. E passou uma semana com o João doente. Mal melhorou, agradeceu ao sábio por o ter hospedado comprou um bilhete de avião e foi para Itália. Quando lá chegou já era de noite e quem o acolheu foi um capitão. Esse capitão falou-lhe das suas viagens com os portugueses.

-Eu também gostava de viajar-disse o João-mas não era guiar uma caravela mas sim de pilotar um avião.

E em seguida João contou-lhe a sua história, e o capitão disse:

-Vem mesmo a calhar amanhã parto para a Holanda. Posso dar-te boleia.

Quando João chegou finalmente a Bruxelas, lembrara-se que a razão para ele ficar era que as aulas iam começar e ele com a viagem tinha faltado três dias de aulas. Quando chegou a casa contou tudo aos pais e eles responderam-lhe:

-Está bem por esta vez não ficas de castigo porque te preocupaste connosco.

E aqui acaba a aventura do João de Bruxelas.

A viagem do João

Era uma vez um menino chamado João. Ele era loiro de cabelo longo, rápido e tinha 23 anos. O João vivia no Uruguai, queria ir para a Suécia porque lá fazia muito frio e onde ele vivia muito calor.


No dia seguinte a meio da tarde ele disse aos seus pais, aos seus familiares e aos seus amigos que daí a um dia ele ia partir para a Suécia de barco.


E é o que era previsto só que não podia ir para a Suécia, porque era demasiado longe, então teve de ir para Portugal.


Quando ele chegou foi logo alugar um apartamento. Um dia depois foi ao Mosteiro dos Jerónimos, era lindo, tinha esculturas muito lindas por todo o lado e nunca tinha ouvido falar de Deus, Santos e Jerónimos.Como ele achou muito interessante foi a mais um sítio, a Torre de Belém onde viu uma linda vista e belas esculturas e também fez uma grande amizade com um negociante espanhol que era alto forte e um bocado gordo.



No dia seguinte partiu para Espanha a pé com o seu amigo e hospedou-o em sua casa. Antes de irem dormir o comerciante contou-lhe uma história sobre um menino chamado Zeca:


-Há muito, mesmo muito tempo um menino chamado Zeca chegou a Madrid, ele era muito traiçoeiro porque pregava muitos sustos às pessoas e os polícias até iam atrás dele mas ele escapava-se sempre, era um horror, ninguém o queria cá então tentaram fazer armadilhas para o apanharem e mandarem-o para fora do país.


-E isso resultou, não resultou? - perguntou o joão -


-Não, não resultou, porque ele também era muito rápido e não se deixava apanhar de surpresa. Mas tivemos sorte que um dia um caçador profissional chegou lá e todos pediram para o apanhar e ele aceitou. Quando o caçador o apanhou eles não sabiam o que haviam de fazer com o Zeca mas uma pessoa, por acaso, teve uma ideia. Essa ideia foi de ele ficar criado de todas as pessoas que ele chateou até se voltar a portar bem e ficar livre. Para ele ficar bem comportado durou muito tempo, mas quando ele se começou a portar bem portava-se mesmo muito bem, que até fazia favores às pessoas. E assim foi, a partir daí já não se importaram mais de ele estar lá a viver.


No dia seguinte, quando acordaram, o comerciante perguntou-lhe se ele queria ficar lá a viver em sua casa. Mas o João disse que não podia porque tinha de viajar até à Suécia, e a seguir voltar ao Uruguai. Então como ele não pode, o comerciante disse-lhe que antes de sair de Espanha que era uma boa ideia ir à Catedral de Santiago de Compostela. E ele foi e achou que era uma beleza. A vista de lá para fora era muito linda e a vista de fora para lá também era muito linda. No interior da Catedral, havia lindas esculturas e imagens dos Deuses de Espanha. E a pedra também era muita linda, ele nunca tinha visto nada igual.



Mais tarde, o João comprou bilhetes para o avião da Dinamarca. A viagem foi muito longa e ele só chegou no dia seguinte. Na Dinamarca já era outono mas parecia inverno e havia muita neve, que ele achou linda porque nunca tinha visto. A neve brilhava e sentia muita alegria como as outras pessoas de lá porque já era quase Natal. Ele não sabia o que se costumava fazer com a neve mas aprendeu com as outras pessoas que faziam bolas e bonecos de neve. Por isso ficou na Dinamarca dezassete dias.


No começo do inverno chegou à Suécia e passou lá o Natal. Agora havia muito mais alegria do que antes porque já era Natal. Já se viam as árvores de Natal, ouvia-se cantos e assim ficou lá três meses até à primavera.


A sua próxima paragem foi nos Estados Unidos onde fez amizade com uma pessoa colombiana que também falava espanhol como ele. Um dia, enquanto o João estava a conversar com o seu novo amigo adoeceu com a Gripe A. Por isso o seu amigo hospedou-o com muita simpatia em sua casa até ele ficar bom. Na véspera de voltar para o Uruguai, foi visitar a Estátua da Liberdade em Nova Iorque. A vista de lá era ainda mais linda do que na Espanha, principalmente porque havia mar à volta.



Finalmente, voltou ao Uruguai exactamente um ano depois de ter partido. A sua família ficou muito contente de o ver.E diziam-lhe a brincar:


- João, vieste muito pior da tua viagem!

Um Natal diferente

Meu caro diario:

Hoje dia 25 de Dezenbro foi um dia muito giro:
Fui ao Pole Norte com os meus amigos.
Fizemos muitas batalhas de neve e brincamos com os ursos polares.
Eram muito peludos e fofos.
À noite segui um dos ursos polares,para ver onde eles viviam.
Passado uns minutos vi uma aldeia muito gira.
As casas eram em madeira cheias de luzes e decorações.
Então decidi aproximar-me.
E vi umas criaturas verdes muito estranhas.
-Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!-gritei.
-Que susto!
Eles falavam e andavam com um vestuário muito engraçado:
Usavam barretes de Pai Natal,Sapatos bicudos e uma camisola encarnada e branca.
E aconteceu me uma coisa muito estranha ,uma criatura verde aproximou-se e disse:
-Olá... e o que é que estas a fazer aqui!- disse.
-Em primeiro diz me o que é que és e depois digo-te -respondi.
-Sou um elf ajudante do Pai Natal.-disse o elf
-Elf e ajudante do Pai Natal ?!?
-Sim!-respondeu-me.
-Queres que eu te apresente ao Pai Natal?-perguntou.
-Claro que sim!!!
Ele mostrou me a aldeia do Pai Natal.
-Pai Natal?-perguntei.
-Sim sou eu António -disse o Pai Natal.
-Como é que sabe o meu nome?-perguntei.
-Eu sei os nomes de todas as crianças do universo!-afirmou.
Eu fiquei espantado:
-Já agora toma o teu presente de Natal:
-Obrigado pelo Band hero!!!

A viagem de Zongar

Era uma vez um menino chamado Zongar, nasceu em 1964, a rua dele era estreita, onde ele vivia fazia muito frio. Zongar era magro, cabelos pretos, alto e olhos azuis esverdeados.
Num dia, sexta-feira 13 de Agosto de 1974 às 16:20, uma nuvem enorme cinzenta começou a rebentar com raios roxos fluorescentes. A maioria das pessoas ficaram animais e Zongar, ficou um leopardo.
No dia 27 de Setembro de 1974, dia dos anos da sua mãe, ele disse :
- A minha prenda para ti é eu ir a Espanha e trazer o pó mágico. Ir a Espanha é o meu sonho. Parto amanhã e chego a 27 de Setembro 1975.
- Então vai! Disse a sua mãe.
Zongar ficou horas e horas a correr. Quando olhou à sua volta estava na Holanda e viu uma fêmea hipopótamo na praia. Ela chamou-o e disse:
-Fica uns dias aqui e eu conto-te uma história.
-Está bem fico aqui uns dias. - disse Zongar.
-Eu era uma mulher muito famosa, mas depois a nuvem estragou a minha reputação.
- queixou-se o hipopótamo .
No dia seguinte o hipopótamo disse que ia contar a historia de um homem muito rico.
Começa a HISTÓRIA DO HOMEM RICO
Era uma vez um homem muito rico gastava o dinheiro sem mais nem menos. E quando ele recebia o seu salário ele tinha que o gastar em menos de uma semana, porque senão ele ficava desesperado. Um dia encontrou uma pessoa que era pobre. Mas ele não gostava de dar dinheiro aos pobres. Alguém lhe perguntou :
-Sou teu vizinho, és rico porque não dás dinheiro ao pobre?
Ele respondeu com uma voz grossa.
-Detesto dar dinheiro aos pobres.
Quando chegou a casa ouviu duas vosez diferentes uma grave e uma fina.
Ficou com medo e apanho a cruz com Jesus.
A voz grave disse.
-A cruz não me faz medo.
A voz fina disse.
-Se deres a metade do teu salário aos pobres nós deixamos-te em paz e se não deres vai-te acontecer uma má sorte.
No dia seguinte viu duas pessoas com vozes idênticas ás coais ouviu no dia anterior. A partir de ai ele foi ter com eles e deu a metade do se dinheiro.
FIM DA HISTORIA DO HOMEM RICO
Zongar visitou a Holanda e dirigiu-se até Espanha em 5 de Outubro 1974 . Depois de correr tanto, beber tanta água caiu de cansaço. Quando abriu os olhos estava em frente da libelinha com o pó mágico e disse:
-Tu, menino, não levas o pó mágico sem mais nem menos. Eu conto-te uma historia e de troca dou-te o pó. Ficas também aqui uns dias.
-Esta bem, fico uns dias. -disse Zongar.
A história que a libelinha lhe conta é sobre um homem pobre.
Começo DA HISTÓRIA DO HOMEM POBRE
Era uma vez um homem muito, muito, muito pobre. Tão pobre que não tinha direito para comer uma comida saudável. Um dia encontrou um homem rico mas ele detestava dar dinheiro aos pobres. No dia seguinte o rico foi com uma cara de caso e deu metade do seu dinheiro. Mas ele não percebeu porquê. E ele foi para casa dele e ouviu duas vozes a perguntar-se ele deu metade do dinheiro. Ele entrou para dentro de casa do rico e disse:
-Se eles não te tinham te dito isso não me tinhas dado o dinheiro.
E saiu com o dinheiro e disse:
-Ai de ti se não me deres o dinheiro no próximo mês.
E assim ele todos os meses o rico deu dinheiro au pobre.
FIM DA HISTORIA DO HOMEM POBRE
Depois ela deu o pó mágico a Zogar, e dirigiu-se a França. Em França estava muito frio e ficou constipado estava: com febre, dores de cabeça, a deitar renho do nariz e cansado. ficou, duas semanas doente. Em quanto estava doente viu um lobo. E pediu se podia lhe contar uma história. E Zongar disse que sim. Era uma história de um homem que não gostava de animais.
Começa DA HISTÓRIA DO HOMEM QUE NÃO GOSTA DE ANIMAIS
Era uma vez um homem que não gostava de animais. O homem vivia numa rua onde avia muitos animais. Ele não tinha dinheiro que quase para mudar de casa. O seu trabalho era muito chato para ele. Então mudou de empresa. O trabalho dele era 3 (três) fazer sacrifícios. Um sacrifício que ele devia fazer era ter uma mulher que gostava de animais. O outro ter um animal e por fim mudar o seu ‘‘ADN’’ de humano para animal. Depois de algum tempo ele gostou dos animais.
FIM DA HISTÓRIA DO HOMEM QUE NÃO GOSTA DE ANIMAIS
Quando estava curado continuou era, 26 de Setembro de 1975. Estava correr o mais rápido possível era, 27 de Setembro de 1975 viu as luzes a apagarem e velas a mexerem-se. estava à frente da porta e chegou a tempo e todos ficaram normal.

FIM

A AVENTURA DE MARTA

A AVENTURA DE MARTA


Primeira Parte


Olá! Caros amigos leitores, vou contar uma história de uma menina muito aventureira que se chama Marta, quer dizer, Marta Branco Ribeiro, mas tratavam-na simplesmente, por Marta. Era uma menina de cabelos castanhos claros e olhos castanhos, também. Tinha 18 anos e só pensava em um dia ir a Fátima. Vivia numa casa branca com janelas douradas, de ouro. O seu quarto era cheio de prémios: quer medalhas de ouro, prata ou bronze, quer grandes e douradas taças. Era uma grande fã de equitação e já fora 3 vezes campeã nacional. A sua família tinha uma fortuna que tinha herdado dos seus antepassados. O seu pai era vendedor de carros de grande marca e a sua mãe era diretora de uma escola privada de ténis. Marta tinha duas irmãs, uma mais velha, com 27 anos, chamava-se Teresa e uma mais nova, com 13, chamava-se Luísa. O seu cão, Dado, era o seu companheiro de confiança.

Era o dia depois do seu aniversário, tinha recebido imensas prendas, quer dos seus familiares, quer dos seus amigos. Nesse mesmo dia, pensou durante horas e horas e finalmente, ao jantar, decidiu levantar-se e dizer:

- Querido pai, mãe, Teresa e Luísa, vou partir para uma peregrinação a Fátima. Vou agradecer a Nossa Senhora os prémios que eu ganhei até agora, graças à Sua ajuda. Sei que é difícil de me deixar ir... - disse Marta, tristemente.

Olhou fixamente para a mãe dela e disse:

- Com medo que tenha roupa a menos...

Olhou fixamente para o pai e disse também:

- Que eu não vá para lá numa limousine, essas coisas...

- Mas daqui a 364 dias é o teu aniversário! Não podes ir! Não vais festejá-lo comigo e com o resto da nossa família! - disse a sua irmã mais nova, Luísa.

- Não te preocupes Luísa, na véspera do meu aniversário virei antes da meia noite. – consolou-a a Marta.

A família percebeu a vontade da Marta em fazer esta viagem e para alem disto, também não ía impedir um peregrino de partir. Íam todos ficar muito contentes à espera de novidades da Marta e da sua viagem.

Marta começou a fazer a mala. A sua mãe aconselhou-a de levar uma recordação ou uma foto de família, caso a viagem demorasse mais dias. Marta assim vez. Guardou uma foto de família na sua mala. Pôs roupa de meia estação na sua mala porque em Fátima nem está muito frio, nem muito calor. Os pai dela deram-lhe muita comida saudável para sua viagem, mas mesmo muita comida, porque a viagem da Marta ía demorar um ano.


Segunda Parte


Chegou o momento da partida. Marta despediu-se da sua família e foi a pé com Dado, caminharam muito e finalmente chegou a uma cidade chamada Aveiro.

Aveiro era uma cidade lindíssima, mas o mais entusiasmante era que lá era que Marta tinha encontrado um amigo dos seus pais que era mercador: tinha cabelos louros, olhos azuis e tinha um sotaque francês, pois frequentou a escola toda em francês e chamava-se Marco. Marco quando viu a Marta, reconheceu-a e perguntou-lhe logo se queria ficar alojada num Hotel de 5 estrelas. Marta aceitou o pedido com gentilesa e ficou muito agradecida:

-Muito obrigada Marco, e´muito amável, mas não é preciso.

-Sim, é preciso. Vais ficar aqui alojada. Falei com os teus pais e eles disseram que tinhas que ficar alojada num Hotel de *****. A propósito disso, quanto dinheiro tens contigo? - perguntou Marco, desconfiadamente.

-Tenho 123.456.789.101 € , eu sei, eu sei, tenho demasiado dinheiro. Mas está tudo no cartão de crédito, é claro.

-Ai, ai, ai..., Marta - Marco parecia que estava desiludido com a Marta, mas... - é excelente! Chega para pagar o Hotel... (ufff) - aliviou-se Marco. - Só precisas de 6.564.875 € para pagar o Hotel.

Chegando ao Hotel, parecia mesmo de 10.000 *, mas era s´o de 5.:

O quarto era enorme, uns 434.653.6543.654 m²! Pois, a Marta e os seus pais tinham uma grande, mas mesmo enorme fortuna. Continuando, o quarto da Marta era mesmo grande, e ainda por cima, davam roupa de cerimonia, praia, campo, cidade..., pois as pessoas podiam querer ir a qualquer sítio...

Marta ficou muito satisfeita, mas...

Toni o Skater

Era uma vez um rapaz chamado Toni.

Era muito simpático e honesto e gostava muito de skate.

Era orfão .

Então decidiu viajar pelo mundo e fazer amigos.

Toni foi para América e encontrou Tony Hawk o melhor skater do mundo.

Eram muito amigos, então Tony Hawk, como era rico, pagou-lhe

um bilhete para Brasil e foi com Toni.l

No Brasil encontrou Rafa.

Rafa era um skater de rua, treinava muito nas ruas pobres de Brasil.

-Eh, Toni, bora a Italia eu lá tenho amigo que faz muito bem skate.-diz Rafa.

E foram para Roma,Italia.

E encontraram Lu , amigo de Rafa.

Lu era muito calmo mas era um grande Skater.

Lu,Toni,Tony Hawk e Rafa foram fazer skate.

Toni gostou muito e melhorou muito.

Toni decidiu participar num campeonato para ganhar dinheiro.

Ganhava-se 1.000.000.000.000.000$

-Uuuuuuaaaaaaaaahhhhh,isto é imenso dinheiro!!!($)-gritou Toni.

-É bué meu!!!-disse Lu.

Toni chegou ao campeonato e fez um hard flip e depois um 900!

Todos os juris lhe deram 10/10!!!

Toni tinha ganho e Pedro um dos adversários o que ficou em segundo

ficou muito amigo de Toni.

E no fim Toni descobriu que Tony Hank era o seu irmão.

Toni ficou muito contente e ficou muito conhecido como skater

chamavam-o Toni o skater!

E agora tinha uma casa e dinheiro para comer.

Toni encontrou o Pai e a Mãe e ficou muito feliz.

Uns anos mais tarde...

Toni e Pedro melhores amigos e melhores skaters do mundo!!!

Toni também econtrou James muito conhecido pelo surf; ele gostava muito de fazer surf em Australia.

Toni, James e Pedro eram tão conhecidos que tinham as suas próprias estátuas!!!

-Bora para australia fazer surf!-disse Toni.

-Bora para Bondi Beach!!!-disse James.





Fim!!!

A Aventura na Europa



A Aventura na Europa




Capítulo I



Era uma vez um menino muito rico chamado João. Ele era moreno, tinha cabelos escuros e curtos e olhos azuis. Não era muito gordo nem muito magro, não era muito alto nem muito baixo. Era corajoso, teimoso e forte, capaz de qualquer coisa embora só tivesse 12 anos.

Apesar de viver em Portugal, em Santarém, tinha nascido no Rio de Janeiro. Lá, eles adoravam o Carnaval. Faziam sempre grandes festas com máscaras e fatos. Por isso ele também celebrava esta festa.

E foi alguns dias depois do Carnaval, quando as empregadas ainda limpavam o chão todo sujo, cheio de serpentinas e algumas máscaras lá deixadas que aconteceu o seguinte:

- Tenho uma coisa importante a dizer-disse o João com ar triste.



Mas ninguém ligou. Então ele pôs-se a gritar com um ar bastante zangado.

- Quero que toda a gente dentro desta casa venha aqui ouvir.

Toda a gente dentro daquela grande e imponente mansão conseguiu ouvir, mesmo a sua irmã Margarida que estava entretida a ver o seu programa preferido, no seu canal preferido, na sua nova televisão plasma, no quarto.

- Quero que todos se sentem e me oiçam com atenção e sem perguntas-disse já com um ar mais calmo.

Todos cumpriram e ficaram calados a ouvir o que ele tinha para dizer.

- Dentro de uma semana vou partir numa viagem pela Europa. Mas vou voltar é claro. Só não sei quando.

Toda a gente ficou espantada com o que ele estava a contar, mas sempre calados a escutar.

- E não vou levar ninguém comigo. Vou sozinho.

Mas aí começaram as perguntas.

- Mas porque é que te vais embora?

- Não gostas de estar aqui, connosco?

- Porque é que não levas ninguém?

- Posso ir contigo?

Vinham perguntas de todos os cantos daquela grande e elegante sala.

Ele só percebeu e respondeu a uma, à da sua irmã:

- Voltas antes do próximo Carnaval? É que sem ti não é a mesma coisa.

Ele ficou surpreendido com aquela pergunta. Não estava mesmo nada à espera que alguém fosse sentir a sua falta. Especialmente a sua irmã mais nova que lhe estava sempre a pregar partidas.

-Sim...Não...Não sei... Provavelmente.

O ambiente ficou silencioso durante alguns segundos, mas aos poucos foi saindo toda a gente, para regressarem ao que estavam a fazer. Mais ninguém falou nisso durante o resto do dia, mas João sabia que todos eles pensavam na mesma coisa.

Aquela semana passou depressa para maior parte das pessoas que o conheciam. Mas ele achava que tinha passado muito devagar, pois só pensava nas maravilhosas coisas que iria ver durante a sua viagem.

No dia antes de partir, já com as malas prontas, ele despediu-se de toda a gente de que se lembrou. A sua família em primeiro lugar, depois os empregados e empregadas, professores, condutores... toda a gente que trabalhava lá em casa. Mais tarde saiu à rua e despediu-se dos vizinhos, dos amigos e de outras pessoas que ele tinha conhecido enquanto passeava pelo parque ao pé da sua casa.

No dia de partida trataram-no muito bem: acordaram-no gentilmente, fizeram-lhe um grande banquete para o pequeno-almoço, pois tinha que estar preparado, ajeitaram a sua roupa muito cuidadosamente... e no fim, despediram-se de novo, pela última vez antes da viagem começar. Todos sabiam que ia ser uma viagem difícil, pois ia sozinho e tinha que usar diferentes transportes, tais como avião, comboio ou mesmo a pé. Mas ele queria fazê-lo e ninguém se opôs a isso.

Finalmente partiu. Foi de comboio até Lisboa onde apanhou o avião para Barcelona com o dinheiro que os seus pais lhe tinham dado. Eles também lhe tinham oferecido um cartão com o nome e a morada de um velho amigo em Barcelona. O seu nome era Javier.



Capítulo II


João conseguiu chegar a casa de Javier comprando um mapa de Barcelona e perguntando direções a pessoas que iam passando. Fez tudo a pé. Do aeroporto até á casa do Javier.

-Bem... aqui está, -disse João- é esta a casa que vem no cartão.

Ao olhar para cima João viu uma enorme casa com vista para a Sagrada Família.

João bateu à porta e um velho homem de barbas veio abrir.

-Você chama-se Javier, certo?-perguntou João um pouco duvidoso.

-Sim, e tu deves ser o João. Estava à tua espera. Entra, entra!

-Sim, sou o João. Posso-me deitar um pouco? Estou estafado. Andei muito tempo à procura deste sítio.

-Com certeza! Eu levo-te lá.

João subiu as escadas e foi dar a um pequeno quarto. Para ele desde que tivesse uma cama para se deitar a ler um livro estava bem. Leu durante um bom bocado mas acabou por adormecer.

Na manhã seguinte, Javier levou-o a conhecer a Sagrada Família e contou-lhe uma pequena história sobre o seu autor Gaudí (Antoni Gaudí foi o arquiteto catalão que desenhou a “Sagrada Família” e outras obras famosas em Barcelona).

-Quando Gaudi acabou o seu projeto da Sagrada Família, mais ou menos à 140 anos atrás, ele ficou a pensar como seria quando estivesse pronta. Ele até ia para o telhado da sua casa para a ver melhor. É pena que um homem tão bondoso e sábio como ele não tenha a possibilidade de ver a sua melhor obra de arte de sempre concluída. Acredita pois eu conheço-as todas.

-Nem vou duvidar...-disso o João a rir. Não me posso ir embora de Barcelona sem conhecer as obras deste arquiteto que tanto admiras.

Durante vários dias João e Javier percorreram a cidade. Visitaram: a Casa Batlló, a Casa Milà, o Parque Güel. . .

-Então e agora, o que queres fazer? Queres-te ir já embora ou queres ficar mais uns dias para aprenderes mais sobre Gaudí e a sua arte

-Hummm... acho que gostava de ficar.

Ele ficou e aprendeu imenso sobre arte: arquitetura, pintura e escultura.

Quando já estava com as malas á porta pronto para sair e viajar para Paris, Javier disse:

-Fica aqui comigo. Eu vivo sozinho e preciso de alguém como tu que me oiça e que goste de aprender arte. Por favor. Fica aqui comigo.

-Não posso ficar,-disse João seguro do que estava a dizer-tenho de continuar a minha viagem para de pois voltar para casa, para a minha família.

-Está bem. Mas pelo menos deixa-me levar-te até até à estação de comboios.

-OK.

Eles foram até à estação onde se despediram. João partiu para Paris com a morada de Manuel, um amigo português de Javier que trabalha em Paris.

Capítulo III


Ao sair do comboio, João viu um homem alto, de bigode largo e com uma boina que estava a segurar uma placa que dizia: “Onde estás João?”

O João ficou a pensar: “Será que há outro João neste comboio?! Se calhar... ele é o Manuel. Vou perguntar-lhe”.

- Desculpe, por caso chama-se Manuel?-perguntou ele com um ar um pouco envergonhado.

-Sim, sou. Porque perguntas?

-Porque eu sou João.

-És o João! Oh! Desculpa, não sabia que eras tu! Vem comigo. Eu levo-te a minha casa para poderes descansar um pouco.

-Mas espera aí!-disse o João confuso. Pensava que você ia esperar por mim em casa.

-Eu ía, mas tu nunca mais chegavas. Fiquei preocupado.

-O comboio atrasou-se.

-Então vamos. Deves estar cansado e com fome.

Durante a ida para casa:

-Sei que vieste a Paris para visitar todas as coisas belas que ela tem, mas não vou poder ir contigo, pois terei que ir trabalhar.-explicou Manuel.

-Onde é que trabalhas?-perguntou curioso.

-Trabalho na FNAC, na secção de livros de história.

-Posso ir contigo?

-Bem... podes, mas não preferes ir à Torre Eiffel ou ao Museu do Louvre?-disse ele espantado com aquela pergunta.

-Nem por isso. Eu adoro História. Especialmente de Portugal.

-Também eu! Posso te mostrar os livros que há lá sobre a História de Portugal, se tu quiseres, é claro.

-Fixe!!!

Durante o resto do dia, João não fez mais nada a não ser jogar na sua PSP. O Manuel, pelo contrário, ficou a maior parte do tempo a pensar na pergunta do João, “Posso ir contigo?”.

No dia seguinte, Manuel e João acordaram praticamente ao mesmo tempo e prepararam-se para ir trabalhar. Bem, o Manuel ia trabalhar, mas o João só ia lá para o observar e ler alguns livros de História. Quando chegaram, João viu um enorme edifício que lá no topo dizia FNAC em letras grandes e amarelas.

-Uau, que grande edifício!-exclamou impressionado, o João.

-Vamos entrar?-perguntou o Manuel.

-Vamos!Vamos!Vamos!-repetiu João-Depressa!

Ao entrar, João fascinou-se com uma grande variadade de livros, DVD’s e CD’s. Manuel guiou-o à secção de livros. Quando um cliente tivesse alguma questão perguntava-lhe.

sábado, 1 de janeiro de 2011

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

The river is flowing



(desculpem as meninas, mas só consegui começar a filmar depois do vosso canto...)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

prenda para o amigo secreto

Eu quero um skate "Take Deck".