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quinta-feira, 24 de junho de 2010

A maior flor do mundo


Caro José Saramago, ouvi a tua história “A maior flor do mundo”, e agora vou recontá-la.

Um dia, um homem levou o seu filho consigo para ir arrancar uma árvore. Quando chegaram lá o homem saiu do carro e foi arrancar a árvore.

Essa árvore estava na mesma raíz que uma flor muito bonita. Quando o homem arrancou a árvore pela raíz a flor ficou murcha.

Enquanto o homem arrancava a árvore, o seu filho tinha encontrado um pequeno inse(c)to e meteu-o numa caixa com pequenos buracos para poder respirar.

Quando voltaram a casa, o menino foi mostrar o bicho à mãe, mas a mãe não ligou.

Nesse preciso momento o bicho fugiu, voou da caixa . O menino tentou segui-lo, mas ele tinha voado para um sítio onde havia perigo. Ele não desistiu e foi atrás dele.

O inse(c)to passou por cima de um rio, mas por fimtinha um tronco atravessado pelo rio. Ele passou pelo tronco e chegou uma floresta onde havia muitas árvores onde havia muitas árvores, mas o menino não tinha dúvidas nenhumas sobre aquela floresta: era uma magnífica floresta. Havia lá uma lindíssima árvore muito grande e bonita. Teve vontade de lhe tocar. Era a maior árvore que já tinha visto.

Mas depois dessa floresta, viu o caminho que o seu pai e ele atravessaram para ir até à árvore que o pai dele tinha arrancado.

Foi nesse momento que viu a flor murcha e ficou muito triste por ela estar assim.

E não pensou duas vezes: foi a correr até ao rio buscar água para a planta que estava a sofrer. Continuou, continuou, continuou, até a flor passar a viver.

O menino foi tantas vezes atravessar a floresta até ao rio e voltou, que a flor ficou muito grande, maior que as casas, maior que tudo!

Quando sentiu o que tinha feito à flor, ficou muito cansado e deitou-se no chão. A flor percebeu que o menino estava realmente cansado e então, deixou cair uma pétala sobre as suas costas.

Quando os pais dele notaram que tinha desaparecido, foram procurá-lo e encontraran-no à beira da flor. Acordou e abraçou os pais, e todos ficaram a olhar para a magnífica flor.

Nesta história aprendi que nunca se deve desistir de alguma coisa.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A maior flor do mundo


A maior flor do mundo é uma história que o José Saramago inventou e passa-se assim:


Um dia o José Saramago estava num sítio ao pé de uma floresta. Lá havia uma pequena planta e uma flor. A seguir chegou um carro com um menino e o seu pai. O seu pai tinha ido tirar a planta e levá-la para casa, enquanto isso o menino apanhou um escaravelho e levou-o para casa.


Quando chegaram a casa o menino tentou mostrar o escaravelho aos pais, mas os pais não se interessaram e ele abriu a caixa e o escaravelho voou.


O menino viu para onde ele foi e seguiu-o. O escaravelho tinha ido para uma floresta. Quando o menino chegou à floresta, viu uma árvore muito grande e muito grossa. E a seguir viu o sítio onde tinha estado com os seus pais há pouco tempo. Ele viu que a flor estava murcha e por isso foi buscar água com as suas mãos. Meteu tanta água na planta que ela ficou gigante e no fim estava tão cansado que adormeceu e a planta deitou uma pétala para fazer de manta.


Os seus pais ficaram muito preocupados quando perceberam que ele não estava em casa. Viram que havia uma flor gigante na floresta e foram lá ver e assim encontraram o seu filho. No fim todas as pessoas viram essa flor e meteram mais água e ficou ainda maior.


E assim acaba a história e o José Saramago tinha dito que tinha pena e gostava de aprender a escrever textos para crianças e voltar a contar essa história.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Maior Flor do Mundo

Eis as palavras do escritor José Saramago publicadas em livro pela Editorial Caminho no ano de 2001:

«As histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças, sendo pequenas, sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas. Quem me dera saber escrever histórias, mas nunca fui capaz de aprender, e tenho pena. Além de ser preciso saber escolher as palavras, faz falta um certo jeito de contar, uma maneira muito certa e muito explicada, uma paciência muito grande – e a mim falta-me pelo menos a paciência, do que peço desculpa.
Se eu tivesse aquelas qualidades todas, poderia contar, com pormenores, uma linda história que um dia inventei, mas que, assim como a vão ler, é apenas o resumo de uma história, que em duas palavras se diz... Que me seja desculpada a vaidade se eu até cheguei a pensar que a minha história seria a mais linda de todas as que escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas... Há quanto tempo isso vai!
Na história que eu quis escrever, mas não escrevi, havia uma aldeia. (Agora vão começar a aparecer algumas palavras difíceis, mas quem não souber deve ir ver no dicionário ou perguntar ao professor.)
Não se temam, porém, aqueles que fora das cidades não concebem histórias nem sequer infantis: o meu herói menino tem as suas aventuras aprazadas fora da sossegada terra onde vivem os pais, supondo que uma irmã, talvez um resto de avós e uma parentela misturada de que não há notícia.
Logo na primeira página, sai o menino pelos fundos do quintal, e de árvore em árvore, como um pintassilgo, desce ao rio e depois por ele abaixo, naquela vagarosa brincadeira que o tempo alto, largo e profundo da infância a todos nós permitiu...
Em certa altura, chegou ao limite das terras até onde se aventurava sozinho. Dali para diante começava o planeta Marte, efeito literário de ele não tem responsabilidade, mas com que a liberdade do autor acha poder hoje aconchegar a frase. Dali para diante, para o nosso menino, será só uma pergunta sem literatura: «Vou ou não vou?» E foi.
O rio fazia um desvio grande, afastava-ser e de rio ele estava já um pouco farto, tanto que o via desde que nascera. Resolveu cortar a direito pelos campos, entre extensos olivais, ladeando misteriosas sebes cobertas de campainhas brancas, e outras vezes metendo por bosques de altos freixos onde havia clareiras macias sem rasto de gente ou bicho, e ao redor um silêncio que zumbia, e também um calor vegetal, um cheiro de caule sangrado de fresco como uma veia branca e verde.
Oh, que feliz ia o menino! Andou, andou foram rareando as árvores, e agora havia uma charneca rasa, de mato ralo e seco, e no meio dela uma inóspita colina redonda como uma tigela voltada.
Deu-se o menino ao trabalho de subir a encosta, e quando chegou lá acima, que viu ele? Nem a sorte, nem a morte, nem as tábuas do destino... Era só uma flor. Mas tão caída, tão murcha, que o menino se achegou, de cansado. E como este menino era especial de história, achou que tinha de salvar a flor. Mas que é da água? Ali, no alto, nem pinga. Cá por baixo, só no rio, e esse que longo estava!...

Não importa.

Desce o menino a montanha,

Atravessa o mundo todo,

Chega ao grande rio Nilo,

No côncavo das mãos recolhe

Quanto de água lá cabia,

Volta o mundo a atravessar,

Pela vertente se arrasta,

Três gotas que lá chegaram,

Bebeu-as a flor sedenta.

Vinte vezes cá e lá,

Cem mil viagens à Lua,

O sangue nos pés descalços,

Mas a flor aprumada

Já dava cheiro no ar,

E como se fosse um carvalho

Deitava sombras no chão.

O menino adormeceu debaixo da flor. Passaram as horas, e os pais, como é costume nestes casos, começaram a afligir-se muito. Saiu toda a família e mais vizinhos à busca do menino perdido. E não o acharam.

Correram tudo, já em lágrimas tantas, e era quase sol-pôr quando levantaram os olhos e viram ao longe uma flor enorme que ninguém se lembrava que estivesse ali.

Foram todos de carreira, subiram a colina e deram com o menino adormecido. Sobre ele, resguardando-o do fresco da tarde, estava uma grande pétala perfumada, com todas as cores do arco-íris.

Este menino foi levado para casa, rodeado de todo o respeito, como obra de milagre.

Quando depois passava pelas ruas, as pessoas diziam que ele saíra da aldeia para ir fazer uma coisa que era muito maior do que o seu tamanho e do que todos os tamanhos.

E essa é a moral da história.

E este era o conto que eu queria contar. Tenho muita pena de não saber escrever histórias para crianças. Mas ao menos ficaram sabendo como a história seria, e poderão contá-la doutra maneira, com palavras mais simples do que as minhas, e talvez mais tarde venham a saber escrever histórias para crianças...

Quem sabe se um dia virei a ler outra vez esta história, escrita por ti que me lês, mas muito mais bonita?...»

©José Saramago e Editorial Caminho, SA, Lisboa - 2001

O menino José Saramago


Palavras do escritor José de Sousa Saramago
sobre o menino José de Sousa Saramago:


«Nasci numa família de camponeses sem terra, em Azinhaga, uma pequena povoação situada na província do Ribatejo, na margem direita do rio Almonda, a uns cem quilómetros a nordeste de Lisboa. Meus pais chamavam-se José de Sousa e Maria da Piedade. José de Sousa teria sido também o meu nome se o funcionário do Registo Civil, por sua própria iniciativa, não lhe tivesse acrescentado a alcunha por que a família de meu pai era conhecida na aldeia: Saramago. (Cabe esclarecer que saramago é uma planta herbácea espontânea, cujas folhas, naqueles tempos, em épocas de carência, serviam como alimento na cozinha dos pobres). Só aos sete anos, quando tive de apresentar na escola primária um documento de identificação, é que se veio a saber que o meu nome completo era José de Sousa Saramago...»

A maior flor do mundo animada por Juan Pablo Etcheverry

O escritor José Saramago (1922-2010) escreveu uma única história para crianças a que chamou «A maior flor do mundo» (Editorial Caminho, Lisboa 2001). Em 2007, o realizador galego Juan Pablo Etcheverry pegou na «flor» criada por Saramago e fez uma outra «flor» de plasticina e desenhos que animou a partir de milhares de fotografias. Durante 10 minutos, podes seguir a aventura do menino imaginado pelo escritor (que também é o narrador da história) com música de Emilio Aragón. Este pequeno filme a que se chama curta-metragem de animação, recebeu 7 dos mais importantes prémios destinados a filmes de animação.


E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar? José Saramago



A maior flor do do mundo



Caro José Saramago, estou a responder ao seu pedido.


Lá esta o José no campo a tirar notas sobre um bicho. Depois apareceu um menino que vai ao campo com o seu pai buscar uma árvore pequenina. No caminho, o menino encontrou um insecto. Põe-no dentro de uma caixa e leva-o para casa. Quando chegou a casa ele abre a caixa e o bicho assustado voa. O menino com pena foi atrás dele. Atrás da cerca da sua casa havia obras o que tornava aquele sítio perigoso, mas ele foi na mesma. Enquanto ele caminhava encontrou um rio e não podia dar a volta. Ele olhou à volta e viu um tronco inclinado para o seu lado. E foi aí que o menino atravessou. Ele andou, andou e andou, até que se lembrou que foi naquele sítio no alto de uma colina que o pai dele foi lá buscar a árvore. Mas nessa colina havia uma flor murcha porque não tinha água nem sombra. Ele sabia que não podia deixar a flor morrer então atravessou a floresta e foi buscar água ao rio com as mãos. Mas quando chegava à colina tinha pouca água. Mas não desistiu e continuou. Até que a flor cresceu muito e ficou a maior flor do mundo. Ele cansado adormeceu ao pé da flor, que agradecida deixou cair uma pétala por cima do menino fazendo de cobertor. Os pais preocupados vão à procura do filho e encontram-no a dormir. Olham para a flor e ficam espantados e vão-se embora. Depois toda a gente soube da flor. No fim de uma rua ao por do sol vê-se uma multidão de pessoas com José Saramago. Estão a ver a maior flor do mundo.
Como o menino teve tanta atenção, preocupação e amor pela aquela flor, ela tornou-se a maior flor do mundo.

A maior flor do mundo

Caro José Saramago ,
Eu vi a tua história e gostei muito. Achei que o menino fez um gesto muito generoso quando começou a regar a flor com as mãos, sem nunca desistir. Começa assim a historia:

A maior flor do mundo
Um dia um menino e o seu pai vão cortar uma árvore enquanto José Saramago está a tirar apontamentos.
Então o menino aproveitou e decidiu pôr um insecto numa caixa de sapatos com buracos; quando chegou a casa o pai pôs a árvore num vaso e o menino abriu a caixa. O insecto voou. O menino foi atrás dele, passou pelos campos, pelo rio e por uma floresta. Viu que estava uma flor a morrer. Ele fez todo o caminho até ao rio e trouxe de cada vez um bocado de água nas mãos mas sem nunca desistir. Até que a flor ficou gigante e o menino começou a sentir-se cansado e adormeceu, e magicamente a flor deixou cair uma pétala para cima do menino. Os pais ficaram preocupados e foram procurar o menino e encontram-no. No fim, toda a aldeia foi vêr a maior flor do mundo e isso inclui José Saramago.

A maior flor do mundo 6


Caro José Saramago, estou a responder ao teu pedido.

A história começa assim: um dia, um menino e um pai foram buscar uma árvore bebé.
Quando o pai a arrancou a flor ao lado começou a ficar seca.

Enquanto o pai estava a arrancar a flor, o menino estava a capturar um insecto.

Quando chegaram a casa, os pais começaram a plantar a planta num vaso.
Ao lado da casa estava um sitio em obras. O menino saltou para lá sem os pais o estarem a ver.

Ele andou, andou, e chegou a uma floresta. Quando saiu da floresta, ele viu uma planta seca.

Quando saiu da floresta ele viu uma flor seca. Quando o viu marcas de carros lembrou-se que o pai tinha arrancado uma árvore bebé.

Ele procurou o lago por onde tinha passado, para dar água à flor.

A flor foi crescendo até que passou o menino. Exausto caiu e a flor utilizou uma pétala para o cobrir.

Os país descobriram que o menino tinha desaparecido e foram buscá-lo.

A maior flor do mundo

Senhor José Saramago,
vou responder à sua historia
.

Quando olhei com atenção a sua historia , pensei que iria viver uma aventura .Depois quando vi que era só uma historia saiu-me um peso de cima dos meus ombros.Quando vi o menino
loiro, a regar a flor maior do Mundo, fiquei impressionado porque nunca tinha visto un crescimento assim tam rapido , como aquela flor a maior do Mundo . Mas no meio da historia o que me impressionou mais foi a maneira como o menino cuidava da flor.

Resumo:
O menino nunca desistiu da flor porque viu que a flor se sentia sozinha , sem a arvore que o pai
de ele tinha arrancado . O menino loiro sentiou uma responsabilidade dentro de si para cuidar da flor .










































































A maior flor do mundo 5


Caro José Saramago, estou a responder ao seu pedido. Vi o seu pequeno filme da maior flor do mundo, e gostei muito.


Era uma vez o pai de um menino, que foi cortar uma árvore que estava perto de uma flor. Quando o pai do menino tirou a árvore do chão, a flor ficou tão triste que a sua amiga tinha ido embora começou a ficar seca e descaída.
Quando voltaram para casa, o pai todo contente foi plantar a árvore num vaso com a sua mulher.
O menino, quando percebe que a flor ficou triste por ter ido embora a sua amiga árvore, foi a correr ver em que estado estava e viu que estava quase a morrer, então foi a correr buscar água com as mãos sem nunca desistir, até a flor ficar forte e resistente. Passadas muitas viagens viu que a flor tinha ficado enorme e, como estava com sono, adormeceu logo debaixo da sombra da flor maior do mundo, quando uma das pétalas enormes da flor lhe pousou em cima, como uma manta.
Quando acordou, a sua mãe estava ali, para o levar à cidade para ver a flor maior do mundo que ele tinha salvado com amor. Ele salvou-a com amor, com a concha da mão.


A maior flor do mundo 4


Caro José Saramago, vou responder à mensagem que quiseste transmitir nesta história (a maior flor do mundo).



O primeiro símbolo que eu notei foi que, de uma coisa pequena pode-se fazer uma coisa grande, muito engraçada e bonita.
O segundo foi que com ajuda pode-se ir longe.
O terceiro foi que o menino quando queria uma coisa era determinado. Numa parte da história, ele encontra a flor murcha e traz-lhe água muitas vezes nas suas pequenas mãos, porque dentro de si, ele sente essa responsabilidade, tem pena da flor e isso tudo é amor.
O quarto foi que de um lado o menino queria a flor muito grande e do outro queria que ela ficasse na floresta feliz.
E para acabar acho que todos têm as suas maneiras de expressar as histórias, mas, mesmo assim, acho que tens muitas ideias e expressa-las muito bem.
Adeus, gostei muito da tua história e não estás certo: tu consegues fazer histórias para crianças muito bem.

A maior flor do mundo 3

Caro José Saramago, vou responder ao seu pedido e vou contar-lhe a historia como se fosse uma criança.

Num dia de verão cheio de sol, Paulo regou as suas flores e arrancou uma planta já velha. O seu filho João viu tudo e não achou aquilo correto. Ela também tinha vida, tínhamos que lutar por ela.
Mas o João distraiu-se com um inseto que ia a passar. Então apanhou-o e meteu-o na caixa.
Quando voltaram para casa o João disse ao pai que devia pôr a planta num vaso, para cuidar dela. O pai pensou, pensou, pensou, e disse que ele até tinha razão. Então, ele pôs a planta no vaso, enquanto o João se distraía novamente com o seu "bichinho".
O João abriu a caixa ... e o bicho fugiu. Fugiu para a parte perigosa da cidade, ... mas ele foi na mesma. Era corajoso.
Primeiro teve que passar por um rio, de uma margem à outra, por cima de uma árvore caída. Depois, andou por florestas densas, sempre à procura do inseto. Mas quando chegou ao fim da floresta, viu a flor que estava ao pé da planta que o pai tinha arrancado. Estava murcha. Ele sentiu uma coisa estranha no coração. Era a responsabilidade. A responsabilidade de dar vida à flor. Então, ele lembrou-se de que tinha passado por um rio, e foi lá buscar água. Ele viu que estava a resultar e foi ao rio, outra vez, e outra vez, e outra vez ... E a flor ficou gigante. Ele estava feliz pelo que tinha feito.
Os pais repararam e toda a cidade foi ter com a maior flor do mundo.




de GUILHERME SILVA para JOSÉ SARAMAGO

A maior flor do mundo





Caro José Saramago, estou a responder á mensagem da historia.A historia é da flor e do menino.

A historia é muito gira.

Um menino descobre uma planta e rega-a.

De uma coisa pequena pode-se fazer uma historia grande.Um simbolo é nunca desistir como fez o menino que não queria desistir de regar a planta.

Gostei de quando o menino seguiu o inseto até a flor e depois e tm pena da flor por isso rega-a.
A imagem mais importanteda história é o menino a dar agúa á flor, significa generosidade.

A maior flor do mundo 2

Caro José Saramago , eu vou responder à tua pergunta.
Era uma vez um menino que foi buscar uma planta com o pai .
O menino encontrou um insecto que levou para casa .
Chegaram a casa e o insecto fugiu.
O menino foi atrás do insecto que foi para um lugar perigoso .
O menino foi para o lugar perigoso , e até chegou a uma floresta .
O menino passou pela floresta e viu uma flor quase a morrer.
O menino foi à procura de água para alimentar a flor.
O menino com a água nas suas próprias mãos a correr muito porque as águas saíam das mãos.
O menino ao alimentar a flor , a flor ia crescendo , até que até ficou gigante .
O significado desta flor gigante é o amor da natureza, a vida que as plantas têm .
Se nós pisarmos uma flor perdemos um ser vivo.

A maior flor do mundo 1




Caro José Saramago,

vi a tua história e gostei muito.

E tu que dizias que não sabias escrever histórias para crianças...


Eu percebo que tenhas dito que era dificil escrever histórias para crianças: tu eras velho e já não tinhas tanta imaginação como uma criança.


A ideia de uma criança a ter pena de uma flor e o menino que nunca desistia , estava sempre a dar àgua à flor, é impressionante.


A flor ficou tão grande que era maior do que a minha casa.



Como tu dizes quando temos uma ideia não podemos desistir.


A ideia do menino a dar àgua à flor para mim é generosidade.