Mostrar mensagens com a etiqueta Eu e Amadeo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eu e Amadeo. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de maio de 2010

Eu e Amadeo



Era uma vez uma pessoa chamada Amadeo que andava a caçar animais numa floresta negra.


Enquanto andava a caçar ouviu uma voz de uma pessoa.


Amadeo gritou:


-Quem és tu?


-E o que queres?
Então nesse preciso momento pensou:


-Será que está em perigo, ou sozinho e com fome?

Amadeo caminhou até que viu um menino perdido chamado Guilherme.

-Olá, menino, estás perdido?

-Olá, sim, estou perdido.

-Se quiseres podes vir comigo.

-Posso.

-Claro anda daí.

-Muito obrigado

Eu e Amadeo

Foram a Portugal vender peixes e também foram à Espanha, Bélgica, Alemanha e Itália.
E tinham vendido 1.000.000 de peixes.

Eles ainda tinham 4.000.000 de peixes, eles deram a volta ao mundo e só tinham 1 peixe, um grande peixe tinha o tamanho de 10 baleias.

Eles disseram que queriam ficar com o peixe para a sua próxima viagem.

Eles iam ao Egito.

Era muito longe!

Foram e demorou mais de 10 anos a chegar.

Estavam a dez quilómetros do Egito.

E apareceu uma grande tempestade pessoas foram a remar e outras foram no barco.

200 pessoas morreram e 10 sobreviveram.

Esses 10 que sobreviveram foram a remar a remar.

Até...

terça-feira, 23 de março de 2010

Eu e Amadeo


Esta historia passa-se no tempo dos cavaleiros. É a historia de D. Caixote e o seu ajudante Gancho.

Certo dia, D. Caixote encontrou um manuscrito onde estava escrito que havia um tesouro escondido, também sabia onde estava escondido escondido porque o manuscrito continha um mapa, um mapa do tesouro!
D. Caixote não pensou duas vezes, foi logo chamar o seu ajudante Gancho.
Juntos foram à procura do tesouro.
Andaram, andaram, até que se fartaram.
- Lá ao fundo! - gritou Gancho - O moinho, ele está ali!
- Bem visto - disse D. Caixote - o mapa indica que o moinho está a meio caminho.
- Lalalalalalalalalalalalalalalalalal- cantarolaram D. Caixote e Gancho.
E continuaram a andar... andaram, andaram até que se fartaram.
- Chegámos ao moinho de água- grita D. Caixote.
- O mapa indica que o moinho de água tem o tesouro.
Encontraram o tesouro e ficaram ricos para sempre.

Eu e Amadeo


Era uma vez, dois marinheiros que estavam num barco de três pessoas.
As ondas batiam com muita força.
Isto passava-se no século XX, em 1938.
As pessoas faziam a pesca, não por prazer, mas para terem algo para comer. Eram pescadores, de força de vontade.
Os pescadores faziam a pesca pelo menos quatro vezes por semana, até porque era um país muito pobre.
De cada vez que íam pescar, eles só apanhavam 6 ou 7 peixes, às vezes nem isso...
Às vezes até havia tsunamis... e morriam muitas pessoas, e as famílias ficavam muito tristes.
Afinal de conta, as pessoas não tinham culpa nenhuma.

Conto fantástico

Nesta história eu estava a passear no museu Amadeu de Sousa Cardoso quando vi um quadro sobre barcos que não parava de dizer-me para que lhe tocasse .
Por isso, segui as instruções que o quadro me dava e toquei no quadro!
Entrei num túnel de todas as cores e comecei a ficar enjoado.
Quando voltei a mim, pensei e gritei:
-Incrível, estava num quadro de Amadeu de Sousa Cardoso
E conseguia ver caravelas e pirogas.

Eu e Amadeo na selva



Eu e Amadeo na selvaEu estava na floresta á procura do meu companheiro Amadeo de Souza-Cardoso, tinha-se perdido de mim numa curva, havia montes de animais por exemplo 2 cavalos, 1 elefante, 1 macaco, 1 lagarto e 1 pássaro.
De repente viu debaixo de uma árvore, estava mesmo cansado de me procurar, quando de repente ouvimos o som dum tiro.
Corremos até vermos no chão um cavalo a deitar sangue, ajudamo-lo mas era demasiado tarde ele de repente morreu.
-Quem terá feito isto? – Perguntou o Amadeo
-Eu não sei mas vamos descobrir. – Disse eu
Nessa altura ouvimos outro tiro, corremos ainda mais depressa mas quando chegamos só vimos alguém a fugir e um macaco ferido por causa de uma bala.
-É aquele tipo que está a dar tiros nos animais. – Disse eu
-Mas quem será aquele tipo? - Perguntou o Amadeo
E outra vez ouvimos um tiro, desta vez fomos tão depressa que vimos o tipo que andava a matar animais, era um caçador.
-Ei tu caçador para de matar animais! - Gritámos
-Nunca! – Disse o caçador
Tarde de mais eu e o Amadeo agarramos o caçador e fomos á prisão onde o caçador ficou dois anos.
Eu e o Amadeo fomos para casa felizes por termos feito duas coisas boas: salvamos animais e prendemos o caçador.

Eu e Amadeo


Era uma vez uma árvore.
Foram vindo mais árvores diferentes e formou-se um bando de árvores .
E depois chamaram floresta mas eles disseram.
-Falta uma coisa .
Amadeo de Souza Cardoso apareceu com fumo a volta e disse com uma voz estranha:
-Faltam animais para ficar com mais animação !!!
Quando viram os animais disseram maravilhados
-É magnifico!!!
Os animais a correrem, homens a verem, era tão bonito ficaram tão contentes, como tinha plantas verdes,amarelas,azuis,cor-de-laranja e outras cores tinham sementes que deixaram cair.E ficou enorme era tão grande mas tão grande se tu entrasses ficavas preso de tão grande que era .Eles adoraram aquilo.
Viram que os leopardo,

A princesa


Era uma vez, uma princesa.Ela vivia feliz.Até que,quando estava a passear,foi raptada pelo cavaleiro negro.
Como ela era bela muitos cavaleiros a procuraram,mas só três encontraram o bom caminho.
Todos diziam que ela ia casar com ele,porque eram todos musculados , inteligentes,e corajosos.
Mas quando chegaram uma tropa de esqueletos zombies esperava-os.Um escondeu-se, um lutou e o ultimo tentou subir a muralha do castelo.
O cavaleiro não conseguiu, então foi esconder-se com o outro porque o ultimo morreu.
Os zombeis eram estúpidos como uma porta, por isso entraram e deixaram a porta do castelo aberta, os cavaleiros entraram.
Subiram para a tore onde iam matar a princesa.Mas estavam a ser seguidos por 1000000000000000000000000000000 zombies.
Quando chegaram viram o cavaleiro negro, que mandou um leão zombie gigante atacar os cavaleiros.Eles lutaram usando móveis .Mataram o leão e veio um dragão zombei gigante e invencível.Matou um dos dois e o outro teve uma ideia. Atirou o cavaleiro negro pela janela.
O cavaleiro negro voava.Então o cavaleiro atirou uma cadeira e o cavaleiro negro morreu,e os seus zombies todos também.O cavaleiro salvou a bonita princesa,casaram e viveram felizes para sempre.
Não sabiam ,que de longe, Amadeo tinha pintado tudo.
E Paulo escrito tudo.

Eu e Amadeo


Era uma vez uma aldeia muito pobre.


Um dia, alguém propôs que duas pessoas fossem fora da aldeia procurar dinheiro. Dom Quixote e Sancho Pança quiseram e foram aceites para partir.


Durante a viagem D. Quixote avistou uns gigantes, mas na verdade eram moinhos. e disse:
-Ao ataque!-e foi a correr contra os moinhos. Quando viu a porta do moinho, pensou que era um buraco que o gigante tinha na barriga, então foi lá para dentro pensando que ia vencer o gigante de lá de dentro.
Mas Sancho, quando o viu entrar foi a correr atrás dele, mas bateu contra uma das velas do moinho, e conseguio ver D. Quixote a abanar a sua espada para todos os lados. mas ele ficou estendido no chão com o seu burro. Dom Quixote, ao sair do moinho todo cansado de estar a lutar contra o gigante, bateu contra uma das velas do moinho, como a Sancho Pança, e caiu no chão todo magoado e cansado.
Quando Sancho Pança acordou, aproximou-se da porta, onde estava D. Quixote, e logo a seguir, D. Quixote acordou e disse ao Sancho Pança:
-Cuidado! Sai daqui. Vais quase entrar dentro da barriga do gigante, e é muito perigoso!-Sancho Pança exclamou:
- Isto não é um gigante, é um simples moinho feito por Amadeo de Souza Cardoso, e não é preciso ter nada contra ele!-Dom Quixote ao ouvir esta frase disse:
- Agora compreendo porque estes gigantes têm a cabeça rectangular. Porque são moinhos. E ainda por cima têm quatro braços.